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Deputado Thiago defende parques públicos inclusivos

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) cobrou o Governo de Mato Grosso e propôs, durante seu pronunciamento na sessão legislativa extraordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizada na manhã hoje (14), a criação de parques públicos inclusivos voltados para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e demais condições de neurodivergência. A iniciativa, segundo ele tem como objetivo garantir inclusão social, lazer adequado, estímulo ao desenvolvimento e maior autonomia para esse público específico em todo o estado.

Thiago Silva defende a implantação de espaços planejados com acessibilidade sensorial, brinquedos adaptados, áreas de baixo estímulo sonoro, sinalização adequada e ambientes seguros, que respeitem as necessidades individuais das pessoas neurodivergentes, promovendo convivência, bem-estar e diversão para crianças, jovens e adultos.

Segundo o parlamentar, modelos semelhantes já são realidade em estados brasileiros e também em mais países, onde parques inclusivos têm se mostrado eficazes na promoção da cidadania, da integração social e da qualidade de vida das pessoas com deficiência e suas famílias.

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“Estamos falando de um público significativo nos municípios de Mato Grosso, que precisa e merece espaços públicos de qualidade preparados para acolher, incluir e garantir dignidade. O lazer também é um direito, e a inclusão precisa estar presente em todas as políticas públicas”, destacou Thiago Silva.

O deputado reforça que a indicação busca sensibilizar o Governo do Estado para que, em parceria com os municípios, sejam implantados parques com foco na inclusão, atendendo uma demanda crescente das famílias mato-grossenses e fortalecendo políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência e neurodivergentes.

Inclusão – O parlamentar tem trabalhado a pauta da inclusão na ALMT, sendo o autor do Projeto de Lei 904/2025 que institui o Programa Estadual de Qualificação e Empregabilidade para Jovens Autistas, além de ter apresentado indicações para a criação de vagas para autistas e neurodivergentes em espaços públicos de Mato Grosso.

As iniciativas reafirmam o compromisso do mandato com a inclusão social, o cuidado com as famílias e a construção de um Mato Grosso mais justo, acessível e humano para todos.

Fonte: ALMT – MT

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“Operação Heritage: Ricardo Almeida, do TJMT, e Ulisses Rabaneda, do CNJ, são alvos da PF”

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A Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (6), alcançou nomes de destaque da política e do Judiciário de Mato Grosso. Entre os alvos estão o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Ricardo Almeida, e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ulisses Rabaneda.

A investigação apura suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, peculato, lavagem de dinheiro e uso indevido de informação privilegiada relacionados a um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa Oi S.A.

Segundo a Polícia Federal, o procedimento investigativo teve início a partir da análise de uma negociação envolvendo a restituição de valores decorrentes de uma disputa tributária entre o Estado e a operadora de telefonia. A suspeita é de que o acordo tenha sido utilizado para desviar mais de R$ 308 milhões em recursos públicos.

Ao todo, a PF cumpre 25 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. A Justiça também determinou medidas cautelares contra investigados, incluindo quebra de sigilos bancário e fiscal, bloqueio de bens, recolhimento de passaportes, proibição de saída do país e restrições de contato entre envolvidos.

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O desembargador Ricardo Almeida foi alvo de medidas cautelares determinadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim, o magistrado não foi afastado das funções e teve apenas o passaporte recolhido.

Em nota, Almeida afirmou que os fatos investigados se referem ao período em que atuava como advogado, antes de ingressar na magistratura. Ele negou ter sido alvo de busca e apreensão e declarou que sua atuação profissional ocorreu dentro da legalidade.

O conselheiro do CNJ, Ulisses Rabaneda, também informou que sua participação no caso está relacionada ao período em que exercia a advocacia. Segundo ele, os serviços prestados ocorreram por meio de contrato formal e os honorários recebidos foram devidamente declarados.

A Polícia Federal informou ainda que a investigação aponta uma possível estrutura financeira formada por fundos de investimento e empresas interpostas que teria sido utilizada para ocultar a origem e a movimentação dos recursos. O bloqueio patrimonial autorizado pela Justiça pode chegar a aproximadamente R$ 316 milhões.

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As investigações seguem em andamento e os envolvidos ainda não foram responsabilizados judicialmente pelos fatos apurados.

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