Política MT

AL instala Frente Parlamenta para discutir a BR-163/364

Publicado em

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por intermédio do deputado Thiago Silva (MDB), instalou na manhã desta terça-feira (12), a Frente Parlamentar em Prol da BR-163/364. O foco do Parlamento é discutir melhorias logísticas às pessoas que transitam nas duas rodovias federais. 

Entre os objetivos da Frente Parlamentar está o de acompanhar os trabalhos da MT Par – nova concessão aprovada pela Assembleia Legislativa – para administração da Rota do Oeste, onde o governo do estado é o sócio majoritário. De acordo com Thiago Silva, as duas rodovias federais têm um dos maiores fluxos de veículos porque escoam parte da produção. 

“Logo vem as cobranças e o Parlamento precisa estar atento a elas. São cerca de 850 km – no trecho compreendido entre Itiquira e Guarantã do Norte. Por isso é preciso fazer o debate e, com isso, definir as prioridades para os próximos anos. A Frente vai acompanhar as obras que já estão sendo executadas e ainda sugerir a construção de obras (travessia urbana, de passarela e de trincheiras) no município de Rondonópolis”, explicou Thiago Silva.

Thiago Silva afirmou que a MT Par e a Rota do Oeste devem apresentar o cronograma para a realização das obras nos próximos anos. Em Rondonópolis, por exemplo, o parlamentar citou como prioridade a construção de viadutos, de novas passarelas e de trincheiras ao longo da BR-163, que corta a cidade. 

Leia Também:  Comissão da ALMT aprova projetos que reforçam direitos do consumidor e valorizam profissionais de entrega

O gerente de relações institucionais da Nova Rota do Oeste, Roberto Madureira, afirmou que a Frente Parlamentar vai ajudar a concessionária nos trabalhos que estão sendo retomados na BR-163. “A Frente é um canal de comunicação para a Rota do Oeste levar todo o planejamento das obras que estão e serão executadas”, disse Madureira.

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Questionado sobre as prioridades sobre a retomada das obras da BR-163, Madureira disse que os critérios adotados são os de “acidentalidade”, ou seja, tanto por quantidade quanto por gravidade e, a “fluidez de tráfego” que é  um conceito de nível de serviço. 

“Sobre essas duas óticas, tem sim os pontos prioritários da Rota do Oeste. Um dos trechos iniciados é de Nova Mutum a Sinop, que é um trecho de alta velocidade e com degraus muito elevado à beira da rodovia. É um trecho que tem muita gravidade em acidentes. A outra é para a travessia urbana de Sinop, que gera uma quantidade alta de acidente. E temos ainda a falta de mobilidade de trafego como a rodovia dos Imigrantes”, disse Madureira. 

Madureira disse que nos próximos oito anos, a Nova Rota Oeste deve investir cerca de R$ 7,5 bilhões. Desse total, o governo entra com a quantia de R$ 1,6 bilhão, com a arrecadação do pedágio deve gerar R$ 3,3 bilhões e novos financiamentos outros R$ 2,6 bilhões. 

Leia Também:  ALMT lança livro com indicadores climáticos e propostas para o futuro de Mato Grosso

“Os investimentos devem ser feitos, porque é obrigação contratual. Mas o governador disse que pretende antecipar esse prazo em quatro ou cinco anos todas as obras. A concessionaria já está trabalhando para antecipar os projetos para que antecipá-las”, disse Madureira. 

De acordo com Madureira, o saldo de obras que a Rota do Oeste não havia concluído em Mato Grosso era de 442 km de duplicação – no Norte não houve duplicação. Segundo ele, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) duplicou o trecho de Cuiabá a Rondonópolis e a Rota do Oeste o trecho de Rondonópolis até a divisa de Mato Grosso com Mato Grosso do Sul. 

“O grande déficit é com a região Norte, onde a pista é simples. Já recuperamos 26 quilômetros de pistas marginais, a construção de 34 viadutos ao longo de rodovia que corta vários municípios. A Rota ainda fez 442 km de recuperação estrutural da rodovia antiga. Essa é a nossa missão emergencial, além da retomada de duplicação para 2023”, disse Madureira.   

A Frente Parlamentar, além de Thiago Silva, é composta pelos deputados Carlos Avallone (PSDB), Dilmar Dal Bosco (UB), Júlio Campos (UB), Juca do Guaraná (MDB), Maxi Russi (PSB), Sebastião Rezende (UB), Beto dois a Um (PSB), Gilberto Cattani (PL) e Valter Miotto (MDB).

Fonte: ALMT – MT

Advertisement

Política MT

Taques critica ausência de Mauro e Janaína em debate: “vergonha alheia”

Published

on

O candidato ao Senado Pedro Taques (PSB) foi o primeiro a chegar ao debate promovido pela TV Vila Real nesta quinta-feira (17), em Cuiabá, e aproveitou a coletiva antes do confronto para criticar a ausência de Mauro Mendes (União) e Janaína Riva (MDB).

Os dois foram convidados para o debate, mas não compareceram. Mauro optou por cumprir agenda no interior do Estado, enquanto Janaína também confirmou que não participaria. Os dois já haviam ficado fora de outros debates realizados durante a atual disputa pelo Senado.

Antes do início do encontro, Taques agradeceu ao Grupo Gazeta de Comunicação pela realização do debate e defendeu a participação dos candidatos em confrontos públicos como forma de apresentar propostas e discutir os principais temas do Estado e do país.

“Eu quero falar com o cidadão, mostrar a ele que o debate é importante e, se você deseja ser um parlamentar, precisa entender que ‘parlar’ vem de falar, de debate, e por isso eu estou no debate”, afirmou.

Leia Também:  Leis aprovadas pela ALMT reforçam direitos, transparência e inclusão nas relações de consumo

Na sequência, o ex-governador direcionou as críticas aos adversários que não compareceram. Taques classificou a ausência de Mauro e Janaína como “vergonha alheia” e questionou se candidatos que evitam debates estariam preparados para enfrentar discussões no Senado.

“Alguns senadores têm coragem. Imagina um senador sem coragem ir lá enfrentar um Renan Calheiros, um Jader Barbalho ou outros senadores de outros estados. Se não tem coragem, quer ir para o Senado para quê?”, questionou.

Taques também afirmou que o eleitor perde a oportunidade de conhecer melhor os candidatos quando eles não participam dos debates. Na avaliação dele, a disputa pelo Senado exige disposição para o diálogo e para o confronto de ideias.

O candidato ainda ironizou a estratégia de priorizar as redes sociais em vez de participar de debates, classificando esse comportamento como postura de “candidatos de TikTok”.

O debate da TV Vila Real reuniu Pedro Taques, José Medeiros (PL), Margareth Buzetti (PP), Antônio Galvan (Avante) e Carlos Fávaro (PSD). Mauro Mendes e Janaína Riva, embora convidados, não participaram.

Leia Também:  ALMT lança livro com indicadores climáticos e propostas para o futuro de Mato Grosso

A ausência dos dois candidatos também foi mencionada pelo presidente do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal, que defendeu a importância dos confrontos eleitorais e afirmou que a decisão sobre a participação cabe aos candidatos, enquanto a avaliação sobre essa escolha cabe ao eleitor.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA