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Trio que abria veículos para furtar objetos e cartões é preso em flagrante pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (27.10), três criminosos suspeitos de praticar diversos furtos no interior de veículos, especialmente camionetes.

A Derf de Rondonópolis apurou que entre os dias 29 de setembro e 1o de outubro, ocorreram três furtos no estacionamento de um shopping da cidade, com a subtração de pertences que estavam no interior de seus veículos.

Todos os veículos que foram violados eram da marca Toyota e em nenhum deles foram encontrados sinais de dano. No dia 30 do mês passado, mais um furto foi registrado, desta vez no bairro Vila Aurora, também contra um veículo Toyota.

A investigação apurou que os suspeitos usaram um veículo Gol prata para entrar no estacionamento do shopping e furtar o interior das camionetes.

Durante diligências para esclarecer os crimes, os investigadores localizaram, nesta quinta-feira, um Gol semelhante ao utilizado pelos criminosos e passaram a monitorar o bando, quando flagraram os suspeitos parando próximos a veículos da marca Toyota para cometerem o furto.

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Um deles ficava no carro, fazendo vigilância, enquanto outro descia do veículo e cuidava das proximidades. O terceiro agia para abrir o carro com uma chave de fenda e sem disparar o alarme e depois subtraía os bens da vítima.

Enquanto os policiais monitoravam os alvos, eles flagraram o instante em que os criminosos tentaram furtar o interior de veículo, na região da Santa Casa, e depois passaram por vários pontos da cidade, sempre buscando os veículos alvos para o crime.

Quando o grupo criminoso estavam retornando ao hotel onde estavam hospedados, a equipe policial fez a abordagem e apreendeu com um deles a chave de fenda utilizada para abrir os veículos. Dentro do Gol foi apreendida uma máquina de cartão maquininha de cartão, cartões, perfumes e celulares.

Uma vítima relatou que ao retornar ao seu veículo hoje pela manhã, percebeu que a caminhonete estava com a porta destravada e sentiu falta de um cartão de crédito. Logo depois, ele constatou pelo aplicativo do bando que foram realizadas três transações no valor de R$199,00.

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Em entrevista, dois suspeitos confessaram o crime e um deles demonstrou como fazia para abrir os veículos Toyota utilizando apenas uma chave de fenda. O outro disse que, após subtrair cartões de débito ou crédito das vítimas, eles utilizavam a máquina que foi apreendida para passar valores de até R$199,00, por não precisar de senha, e depois descartavam os cartões das vítimas.

Além dos furtos praticados em Rondonópolis, ele confessaram dois furtos em Primavera do Leste, praticados na quarta-feira.

Os três foram autuados em flagrante pelos crimes de furto consumado e tentado e por associação criminosa. Após o procedimento policial na Derf de Rondonópolis, os três foram encaminhados para a Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa.

Fonte: PJC MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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