Polícia

Polícia Civil prende três pessoas que comercializavam ferramentas subtraídas por meio de golpe

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Três pessoas envolvidas na venda de ferramentas de origem ilícita subtraídas por meio de golpes foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (04.11), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá. Os suspeitos foram surpreendidos em posse das ferramentas da empresa vítima e foram autuados em flagrante pelo crime de receptação.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Estelionato comunicando que havia sofrido um golpe em sua loja de ferramentas. Segundo informações, os suspeitos simularam o CNPJ de outras empresas, que já possuíam relação comercial com a sua loja, para pegar produtos.

Somente quando a vítima foi cobrar as empresas que constavam nas notas, descobriu que havia caído em um golpe, levando um prejuízo aproximado de R$ 20 mil em peças e ferramentas.

Com base nas informações passadas pela vítima, os policiais da Delegacia de Estelionato iniciaram as diligências conseguindo localizar uma motosserra e uma roçadeira, produtos do golpe aplicado na empresa, e que estavam a venda.

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Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Estelionato, onde após serem interrogados pela delegada Judá Maali Marcondes, foram autuados em flagrante pelo crime de receptação. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no golpe.

Fonte: PJC MT

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Operação Peso Bruto apura extração ilegal de calcário e prejuízo de R$ 3 milhões à União

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Peso Bruto para aprofundar as investigações sobre a extração irregular de recursos minerais e a suposta usurpação de bens da União em Rosário Oeste, a 104 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com a investigação, a atividade minerária teria sido realizada além dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais. As apurações apontam que mais de 34 toneladas de calcário foram extraídas de forma irregular, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões aos cofres da União.

Por determinação da Justiça, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Cuiabá. As equipes da Polícia Federal estiveram em um apartamento no Edifício Monreale, localizado na Avenida Estevão de Mendonça, no bairro Quilombo; em outro endereço no Edifício American Diamond, na Avenida Brasília, no Jardim das Américas; e em um imóvel situado na Avenida Haiti, também no Jardim das Américas.

Durante as diligências, os agentes buscam apreender documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros materiais que possam contribuir para o avanço das investigações.

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Segundo a Polícia Federal, o inquérito teve início após a identificação de exploração mineral fora da área autorizada. Posteriormente, fiscalizações administrativas, análises geoespaciais e perícias técnicas confirmaram indícios da atividade irregular, com impactos ao patrimônio mineral da União e ao meio ambiente.

As investigações também apontam que a exploração ilegal teria ocorrido durante um período prolongado, envolvendo grande volume de calcário. Agora, a PF pretende identificar a participação individual dos investigados, dimensionar o lucro obtido com a atividade, verificar se a prática continua ocorrendo e apurar a existência de outros envolvidos ou beneficiários do esquema.

Os investigados poderão responder por crimes relacionados à usurpação de bens da União, extração irregular de recursos minerais e infrações ambientais, conforme o resultado das apurações.

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