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Polícia Civil prende em Cuiabá 4 suspeitos e apreende uma carreta e um trator roubados

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Uma carreta e um trator com sinais de adulteração foram apreendidos pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores em conjunto com a Diretoria de Inteligência, na noite de quarta-feira (19.10), em Cuiabá. 

A ação integrada resultou na prisão de quatro homens, autuados em flagrante pelos crimes de receptação e associação criminosa. Os suspeitos poderão responder também por adulteração de sinal identificador de veículo automotor. 

As diligências iniciaram após informação que um caminhão trator da marca Iveco e cor branca, com registro de roubo ocorrido no dia 07 de outubro, em Rondonópolis, estava ocultado em uma empresa de grãos, no Distrito Industrial.

Conforme apurado, no dia 03 de agosto desde ano, o local havia sido alvo de uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), ocasião em que foram apreendidos veículos de carga roubados no dia anterior, também na região de Rondonópolis.

Diante da denúncia, a equipe da DERFVA foi até o endereço e ao se aproximar do galpão,  foi avistado um indivíduo em fuga, porém ele acabou sendo detido. Já no interior do galpão os outros envolvidos foram surpreendidos, bem como localizado o caminhão trator da Iveco com a numeração do chassi adulterada.

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No local também haviam um trator tipo pá carregadeira e uma carreta bitrem, com fortes indícios de adulteração do chassi. Diante dos fotos, os quatro suspeitos foram conduzidos até a DERFVA, interrogados e autuados por receptação e associação criminosa.

As investigações continuam para apurar o crime de adulteração de sinal identificador de veículos automotores.

Fonte: PJC MT

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Vorcaro troca de advogado e prepara terceira tentativa de delação no caso Banco Master

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A possibilidade de uma nova delação premiada de Daniel Vorcaro voltou ao centro das discussões no caso envolvendo o Banco Master. O criminalista Daniel Bialski, que recentemente passou a integrar a defesa do banqueiro, já se reuniu com o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

A estratégia da nova defesa é tentar abrir uma terceira negociação de acordo de colaboração. As duas propostas apresentadas anteriormente, por outros advogados, não avançaram após serem rejeitadas pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Durante a conversa com Mendonça, Bialski teria sinalizado a intenção de apresentar uma nova proposta que possa ser considerada viável pelas autoridades responsáveis pelo caso.

A movimentação coloca novamente a possibilidade de colaboração premiada no radar das investigações. O ponto central, entretanto, será o conteúdo que Vorcaro poderá oferecer e se as informações apresentadas terão relevância suficiente para justificar um eventual acordo.

Terceira tentativa

A mudança na equipe de defesa ocorre depois de duas tentativas frustradas de negociação. Agora, Bialski avalia que ainda existe espaço para uma nova proposta, desde que o material apresentado atenda aos requisitos exigidos pelas autoridades.

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Uma eventual colaboração premiada depende de negociação com as instituições responsáveis e não é automaticamente aceita pela simples manifestação de interesse do investigado. Para avançar, o conteúdo oferecido precisa apresentar informações relevantes e úteis à investigação, além de atender aos requisitos legais.

A reunião com o relator do processo não significa, portanto, que exista acordo firmado ou que a delação tenha sido aceita.

O que está em jogo

O caso Banco Master está sob análise do STF e envolve uma investigação de grande repercussão no sistema financeiro brasileiro. A possível colaboração de Vorcaro poderia acrescentar informações aos elementos já reunidos pelas autoridades, caso uma proposta seja efetivamente apresentada e considerada válida.

Por enquanto, porém, não há acordo de delação homologado. A questão central para PF e PGR será avaliar se o banqueiro possui informações novas, relevantes e capazes de contribuir efetivamente para o esclarecimento dos fatos investigados.

A terceira tentativa de negociação agora depende dos próximos movimentos da defesa e da avaliação das autoridades. Caso uma nova proposta seja formalizada, seu conteúdo poderá determinar se a estratégia terá um destino diferente das duas anteriores.

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