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Polícia Civil e Procon Municipal apreendem 46 armas de brinquedo em loja no Centro da Capital

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Quarenta e seis armas de brinquedo que estavam à venda em uma loja no centro da Capital, foram apreendidas nesta segunda-feira (07.11), em ação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) e a Procon Municipal de Cuiabá.

Durante o trabalho de fiscalização os proprietários da loja não estava no local, porém foram intimados pela Polícia Civil, e poderão responder por crime contra as relações de consumo, com pena de até 5 anos de prisão e multa.

Conforme o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, o artigo 26 do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) veda a fabricação, a venda, a comercialização e a importação de brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir, com exceção de réplicas e de simulacros destinados à instrução, ao adestramento, ou à coleção de usuário autorizado, nas condições fixadas pelo Comando do Exército.

“Os brinquedos apreendidos simulam revólveres e pistolas reais e poderiam ser facilmente utilizadas como armas de verdade para a prática de roubos e de outros crimes”, afirmou o delegado da Decon. 

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Rogério Ferreira explicou que nas unidades de Centrais de Flagrantes, é comum a autuação de suspeitos utilizando revólveres e pistolas de brinquedo para cometer crimes de roubo e, na maioria das vezes, para dar uma aparência ainda maior de realidade aos objetos, detalhes como, por exemplo, ponteiras e peças coloridas, são retirados ou pintados de preto pelos criminosos, fazendo com que as vítimas, e até mesmos policiais durante abordagens, confundam os brinquedos com armas de verdade.

O secretário adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Genilto Nogueira, o Procon Municipal de Cuiabá destacou que armas de brinquedo, estimulam a violência  e podem afetar a construção do caráter das crianças, sendo que a apreensão realizada visa também efeito pedagógico significativo entre os comerciantes.

Todo o material foi apreendido pela Polícia Civil e o estabelecimento autuado pelo Procon Municipal, bem como terá o prazo de 10 dias para oferecer defesa administrativa.

Fonte: PJC MT

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Condenada por tráfico e organização criminosa é recapturada após ação de inteligência

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Uma mulher de 27 anos, considerada integrante de uma facção criminosa e procurada pela Justiça, foi presa nesta quinta-feira (31), em Barra do Garças, durante uma operação da Polícia Civil. A ação foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, após trabalho de inteligência que identificou o paradeiro da foragida.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou que a mulher, condenada pela Justiça e com dois mandados de prisão em aberto, estava escondida em Barra do Garças. Após monitoramento e levantamentos de campo, os policiais confirmaram o endereço onde ela permanecia e realizaram a abordagem logo após a suspeita deixar o imóvel.

Para efetuar a prisão, equipes da Derf de Primavera do Leste se deslocaram até o município e montaram uma operação de vigilância que resultou no cumprimento das ordens judiciais.

Segundo a investigação, a mulher possui dois mandados expedidos pela 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste. Um deles foi emitido após a regressão do regime semiaberto para o fechado, em processo relacionado aos crimes de organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. O outro decorre de condenação por tráfico de drogas, com pena superior a sete anos de reclusão.

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As decisões judiciais destacam que a condenada descumpriu medidas impostas pela Justiça, voltou a praticar crimes mesmo utilizando tornozeleira eletrônica e passou a ser considerada foragida.

A suspeita também já havia sido investigada em outras operações da Polícia Civil voltadas ao combate às facções criminosas na região de Primavera do Leste, entre elas a Operação Cartório Central, deflagrada no início deste ano.

Conforme as apurações, ela exercia papel de liderança dentro da organização criminosa, sendo responsável por transmitir ordens aos integrantes, coordenar punições internas conhecidas como “salves”, participar de atos de tortura contra desafetos e atuar na logística do tráfico de drogas.

Após a prisão, a mulher foi encaminhada à delegacia para os procedimentos legais e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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