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Equipes da Polícia Militar fecham garimpos ilegais e apreendem maquinários em Novo Mundo

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Policiais militares do Batalhão Ambiental e da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel) fecharam duas áreas de exploração ilegal de minérios, na tarde desta quarta-feira (02.11), na zona rural de Novo Mundo (740 km ao norte de Cuiabá). Na ação, foram apreendidas três máquinas escavadeiras.

Conforme o boletim de ocorrência, durante a operação Guardiões do Bioma, as equipes policiais foram informadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio do satélite Planet, sobre áreas de desmatamento na zona rural do município.

Os policiais militares se deslocaram até o local informado e constataram que se tratavam de duas áreas de um mesmo empreendimento, voltadas para a extração de minérios de metais preciosos. 

Foi feito contato com um homem, que disse ser o gerente local e apresentou documentações em nome do proprietário da área. Ao analisar os documentos, foi verificado que o empreendimento não tinha todas as licenças permitidas para a extração ambiental. 

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Ainda no local, foram encontradas máquinas escavadeiras, que estavam atuando na degradação da área. Diante da comprovação da ilegalidade, os policiais militares fecharam a área e a apreenderam o maquinário. Em seguida, se deslocaram para a Delegacia de Peixoto de Azevedo, para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

 

Fonte: GOV MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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