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Força Tática prende dupla suspeita por homicídio de jovem em Sinop

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Policiais militares da 26° Cia Independente de Força Tática prenderam, na tarde desta segunda-feira (18.10), dois homens, de 21 e 23 anos, suspeitos pela morte de Thaynã Soares Gomes, de 26 anos, no bairro Jardim Imperial, em Sinop (480 km de Cuiabá). 

Segundo informações do boletim de ocorrência, os militares faziam patrulhamento de rotina na região central da cidade quando foram acionados para se deslocarem até Avenida André Maggi, pois haviam dois homens, em uma motocicleta, que haviam atirado contra a vítima e fogiram em seguida. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local. 

Diante das características da dupla, os militares da Força Tática encontraram os suspeitos em frente a um bar da região.

Durante abordagem, um homem afirmou ser o autor dos disparos enquanto o outro pilotava a motocicleta utilizada para fugir no crime. Eles relataram, ainda, ter jogado a arma, uma pistola calibre nove milímetros, com três munições, em uma casa anexada ao bar onde executaram Thaynã. 

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No local, os policiais ainda encontraram a motocicleta descaracterizada. A dupla disse que o veículo não funcionou durante a fuga.

Os suspeitos, a moto e a arma foram encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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