Pular para o conteúdo

Sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Política Nacional

Quebra de sigilo: Dallagnol cobra documentos e afirma que nada foi entregue ao TSE

A análise anunciada por Dallagnol também alcançaria informações relacionadas ao Instituto Lula e a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Redação Assembleia Newsatualizado em 1 min de leitura
WhatsApp
Quebra de sigilo: Dallagnol cobra documentos e afirma que nada foi entregue ao TSE

O ex-procurador da República Deltan Dallagnol afirmou nesta quinta-feira (22) que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) documentos relacionados à discussão sobre a quebra de sigilo bancário e telefônico do petista e de pessoas próximas.

Dallagnol, que declarou ter sido escalado pela campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) para acompanhar o assunto, publicou um vídeo nas redes sociais relatando que esteve no tribunal para verificar a entrega dos documentos.

“Pessoal, tô aqui no Tribunal Superior Eleitoral, onde a gente veio conferir a entrega dos documentos de Lula e mais uma vez eles não trouxeram nenhum documento, absolutamente nada”, afirmou.

Na gravação, o ex-procurador também disse que, apesar de a campanha petista ter sinalizado que aceitaria o desafio de apresentar os documentos, nenhum material teria sido entregue quando ele esteve no TSE.

Disputa envolve informações sob sigilo

O caso envolve a discussão sobre a quebra de sigilo bancário e telefônico de Lula e de pessoas próximas. A análise anunciada por Dallagnol também alcançaria informações relacionadas ao Instituto Lula e a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

A publicação, contudo, não apresenta manifestação do TSE que confirme a ausência de documentos nem esclarece quais documentos teriam sido solicitados, quem teria assumido formalmente o compromisso de entregá-los ou quais seriam as condições estabelecidas para a apresentação.

Por isso, a afirmação de que a campanha petista não apresentou documentação deve ser atribuída a Dallagnol até que haja confirmação independente do procedimento.

O episódio ocorre durante a reta final do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, em meio à disputa política entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Mais em Política Nacional

Ver editoria