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Domingo, 4 de outubro de 2026

Política Nacional

Nunes Marques: não há indícios de interferência estrangeira nas eleições

A declaração foi dada durante uma entrevista coletiva na sede da Corte, em Brasília, quando o ministro apresentou um balanço parcial da votação do primeiro turno.

Redação Assembleia News1 min de leitura
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Nunes Marques: não há indícios de interferência estrangeira nas eleições

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, afirmou neste domingo que não foram identificados sinais de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro.

A declaração foi dada durante uma entrevista coletiva na sede da Corte, em Brasília, quando o ministro apresentou um balanço parcial da votação do primeiro turno.

De acordo com Nunes Marques, os documentos produzidos pelos órgãos de segurança e inteligência que chegaram ao tribunal não apontaram qualquer atuação internacional com o objetivo de interferir nas eleições. “Até o momento, não temos um indicativo concreto de interferência internacional”, declarou.

A avaliação ocorre no mesmo dia em que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, informou não ter encontrado evidências de um plano criminoso relacionado à embaixada dos Estados Unidos.

O presidente do TSE também comentou as filas registradas em algumas seções eleitorais. Segundo ele, situações semelhantes já ocorreram em outros pleitos e não representam, por si só, uma anormalidade. Nunes Marques citou ainda as fortes chuvas no Paraná como um dos fatores que teriam levado parte dos eleitores a comparecer mais tarde aos locais de votação.

“Em relação às seções eleitorais, tudo está funcionando normalmente, todas as urnas. Nós temos geradores e baterias suficientes para concluir todo o processo de votação e transmissão [dos resultados]”, afirmou o ministro.

Sobre problemas registrados em equipamentos durante a votação, Nunes Marques disse que as ocorrências não impediram o eleitor de exercer seu direito de voto. Até o momento do balanço apresentado pelo tribunal, 1.101 urnas eletrônicas haviam sido substituídas em diferentes pontos do país.

Apesar das trocas, o presidente do TSE afirmou que não havia, naquele momento, seções recorrendo ao voto manual. “Não há votação manual no país neste momento”, declarou.

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