Bruno Reis diz que adesivos em ônibus levantaram preocupação eleitoral
Bruno Reis é filiado ao União Brasil e declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. O episódio ganhou repercussão política por envolver ônibus adesivados com o número associado ao partido de Lula em meio à disputa presidencial.

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), justificou a retenção de ônibus nas garagens durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, após veículos do transporte público aparecerem com adesivos contendo o número 13, associado ao Partido dos Trabalhadores (PT).
Segundo Bruno Reis, os adesivos teriam sido colocados por sindicalistas, o que levantou preocupação com possível propaganda eleitoral irregular no sistema de transporte público. A situação provocou um impasse sobre a liberação dos veículos e a circulação da frota na capital baiana.
O caso chegou à Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou medidas para restabelecer a circulação de 100% da frota, com gratuidade no transporte, e estabeleceu multa de R$ 1 milhão por hora em caso de descumprimento, conforme informações divulgadas sobre a decisão.
Bruno Reis é filiado ao União Brasil e declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. O episódio ganhou repercussão política por envolver ônibus adesivados com o número associado ao partido de Lula em meio à disputa presidencial.
A justificativa do prefeito se concentra na presença dos adesivos e na preocupação com possíveis implicações eleitorais. A responsabilidade pela colocação do material e as circunstâncias da retenção dos veículos devem ser consideradas à luz das informações oficiais e da decisão da Justiça Eleitoral.
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