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Domingo, 25 de outubro de 2026

Política Nacional

Suspeita de propaganda eleitoral leva à detenção de mesária no Gama

TRE-DF apura suspeita de boca de urna envolvendo mesária no Gama

Redação Assembleia Newsatualizado em 1 min de leitura
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Eduardo Fernandes/CB/D.A Press )
Eduardo Fernandes/CB/D.A Press )

Uma mesária da Escola Classe 22, localizada no Setor Central do Gama, no Distrito Federal, foi detida na manhã deste domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais, sob suspeita de praticar boca de urna.

A ocorrência foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, durante coletiva de imprensa no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Segundo as informações divulgadas, a mulher foi conduzida pela Polícia Militar após notificação do juiz eleitoral responsável pela zona. O caso foi encaminhado à Polícia Civil, em Santa Maria, para a elaboração de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, ainda será apurado se a conduta configura efetivamente um ilícito eleitoral.

Autoridades pedem cautela antes de conclusão

Durante a coletiva, Patury ressaltou que as informações iniciais de uma ocorrência podem mudar após os depoimentos dos envolvidos. Segundo ele, é necessário esclarecer o contexto da abordagem antes de atribuir responsabilidade à mesária.

O secretário afirmou que a conduta pode ter sido interpretada inicialmente como manifestação de cunho eleitoral, mas que a versão apresentada pela pessoa conduzida também precisa ser considerada na apuração.

Até o momento das informações divulgadas, não havia confirmação definitiva de que a mulher tenha cometido crime eleitoral.

Outras ocorrências durante a votação

O balanço parcial da Secretaria de Segurança Pública também registrou duas ocorrências envolvendo eleitores que fotografaram salas de votação sem atingir as urnas eletrônicas.

Nesses casos, os celulares foram retidos temporariamente e os eleitores foram notificados pelas autoridades eleitorais. Conforme as informações divulgadas, os registros foram tratados como possíveis infrações administrativas, cuja natureza depende da análise das circunstâncias.

A apuração das ocorrências segue sob responsabilidade das autoridades competentes.

Fonte: Corr

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