Mato Grosso

SES promove webinário para mobilizar gestores da saúde para a doação de leite humano nesta segunda-feira (26)

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) realiza, na próxima segunda-feira (26.5), das 9h às 10h30, o webinário “Maio Branco”, que celebra o Dia Internacional de Sensibilização do Método Canguru (15 de maio), o Dia Mundial de Doação de Leite Humano (19 de maio) e o Dia Mundial de Proteção da Amamentação (21 de maio). O evento terá transmissão pelo canal do YouTube da Escola de Saúde Pública (ESP-MT).

Segundo o técnico responsável pela área da Promoção, Proteção e Apoio à Amamentação, e Alimentação Complementar Saudável, da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rodrigo Carvalho, o objetivo do webinário é mobilizar os gestores e profissionais da saúde sobre a importância das mobilizações sociais como ferramentas de diálogo para a implementação de estratégias em suas unidades de saúde.

“Cada uma destas datas comemorativas traz um compromisso para o fortalecimento da linha de cuidado materno e infantil em Mato Grosso, que tem impacto direto na saúde da população, em todas as suas etapas, da gestação, ao trabalho de parto, nascimento, amamentação e apresentação de novos alimentos, na perspectiva dos determinantes da saúde, da regulação de mercado, da justiça social e da preservação das culturas alimentares”, explicou.

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A capacitação contará com a assistente social Laura Cristina de Moura (do Hospital Beneficente Santa Helena), a pediatra Virgínia Beatriz (do Hospital Regional de Rondonópolis) e a enfermeira Carmem Ramão (do Escritório Regional de Saúde de Sinop) como palestrantes.

Elas abordarão, respectivamente, os temas “Em seus braços, eu me desenvolvo”, “Doação de Leite Humano: um gesto humanitário que alimenta esperança” e “Vivências na Proteção da Amamentação, na região de saúde do Teles Pires”. Rodrigo Carvalho será o moderador do evento.

Carmem Ramão avalia que é importante mobilizar as Vigilâncias Sanitárias para ações educativas e de fiscalização da Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL).

“Para somar forças com os demais setores envolvidos com a orientação e para passar conhecimento para a população no que se refere à amamentação e aos cuidados com os bebês”, destacou.

Os municípios que tiverem dúvida sobre a implementação das estratégias de promoção, proteção e apoio à amamentação e alimentação complementar saudável em Mato Grosso podem consultar a cartilha elaborada pela Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde por meio deste link.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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