A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) manteve as sessões de equoterapia mesmo durante o período de férias escolares, que começou no dia 7 e vai até 21 de julho. O programa atende estudantes diagnosticados com algum tipo de distúrbio comportamental, motor, de linguagem, sensorial, entre outros.
Além dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o programa oferta suporte integral aos alunos com dislexia, TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), distúrbios comportamentais, motores, de linguagem, sensoriais, entre outros.
Este programa terapêutico, reconhecido pela sua eficácia no apoio ao desenvolvimento cognitivo, melhora na comunicação e interação social desses estudantes segue ocorrendo em quatro haras de Cuiabá e de Várzea Grande, abrangendo mais de 500 estudantes.
De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a decisão de não interromper as terapias foi inspirada no bem-estar e no progresso observado nos estudantes participantes. “A fisioterapia com o cavalo ajuda no equilíbrio, a enrijecer os músculos, melhora a postura cervical, principalmente”.
Além disso, completa o secretário, também contribui com o estado psicológico do estudante. É uma terapia que traz vários benefícios para a saúde física e mental das crianças.
“A conquista de metas e o desenvolvimento de habilidades durante as sessões de equoterapia contribuem para o aumento da autoestima e da autoconfiança”, completou o secretário.
Segundo a superintendente de Educação para Equidade e Inclusão, Paula Cunha, a continuidade das sessões foi recebida com entusiasmo tanto pelos estudantes como pelos pais, demonstrando o valor desse tratamento para o cotidiano dessas crianças e adolescentes.
“Este projeto abraça a diversidade das necessidades estudantis, oferecendo um panorama terapêutico que transcende o convencional, adaptando-se para equipar esses jovens com ferramentas que lhes permitam executar as atividades diárias com mais facilidade e confiança. Por isso, a rotina das terapias continua normalmente”, conclui Paula Cunha.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.AceitarLeia nossa política de privacidade
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.AceitarLeia nossa política de privacidade