Mato Grosso

Seduc fortalece práticas escolares com Circuito dos Grêmios Estudantis

Publicado em

Neste primeiro semestre do ano letivo, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) está apoiando o Circuito de Encontros dos Grêmios Estudantis, iniciativa que visa fortalecer as boas práticas escolares e fomentar a participação ativa dos estudantes.

Com o objetivo de promover a troca de experiências e compartilhar projetos que impactam positivamente a comunidade escolar, o circuito está percorrendo as 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs). As diretorias dos polos de Juína, Tangará da Serra e Diamantino foram as primeiras a receber o circuito.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, os encontros têm sido uma oportunidade valiosa para que os estudantes apresentem ações de engajamento estudantil, gestão participativa e melhorias no ambiente escolar.

“Estamos estimulando o protagonismo juvenil, além de proporcionar momentos de aprendizado sobre gestão democrática e o papel dos grêmios na construção de uma escola mais inclusiva e representativa”, argumenta o secretário.

Matheus Oliveira da Silva, coordenador dos Grêmios Estudantis da Seduc, reforça a importância desses encontros para a formação de lideranças estudantis.

Leia Também:  PM prende suspeito de tentar matar esposa com faca em Sorriso

Para ele, a realização desses eventos fortalece uma rede colaborativa entre os estudantes, incentivando a cidadania ativa. “O grêmio é um espaço democrático no qual os alunos podem desenvolver ações que tornam a escola mais acolhedora, criativa e engajada”.

O professor interlocutor, Daniel Ricardo da Silva Sena, da Escola Jonas Lopes da Silva, em Tangará da Serra, destaca que os encontros ajudam a criar um ambiente de pertencimento e união. “Esses eventos reforçam o protagonismo estudantil, tornando a escola um espaço de construção coletiva e transformação”.

Já Gabriel de Jesus Brandão, presidente do Grêmio Estudantil ‘Alferes Tiradentes’ da Escola Militar Tiradentes de Tangará da Serra, avalia que esses encontros são essenciais para fortalecer as parcerias e melhorar a comunicação entre estudantes e a comunidade.

“Esses encontros ajudam muito na parceria entre os grêmios, também na formação de ideias e projetos, além da comunicação entre nós, a escola e a Seduc”, conclui Gabriel.

O Circuito de Encontros dos Grêmios Estudantis também prepara os grêmios para a etapa estadual, onde serão premiados os projetos mais inspiradores e inovadores.

Leia Também:  Pronto Atendimento Infantil do Hospital Estadual Santa Casa retoma atendimento a novos pacientes

A próxima etapa do circuito passará pelos polos de Rondonópolis, Confresa, Barra do Garças, Primavera do Leste, Alta Floresta, Matupá, Sinop, Cáceres e Pontes e Lacerda.

A fase final do evento será realizada na Diretoria Metropolitana de Educação (DME), reunindo em Cuiabá os melhores projetos e promovendo um grande encontro entre os grêmios estudantis da rede estadual e ensino.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

Published

on

A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

Leia Também:  Após 18 anos de espera jovem consegue ter o nome do pai no registro

Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Leia Também:  Polícia Civil prende mais um faccionado envolvido em homicídio e ocultação de cadáver em Colniza

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA