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Seduc alinha metas do ano letivo e ouve demanda de gestores e professores do polo regional de Pontes e Lacerda

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A sexta etapa do movimento “Giro pelas escolas MT”, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), chega à Diretoria Regional de Educação (DRE) do Polo Pontes e Lacerda, nesta quinta-feira (31.7), e prossegue até sexta-feira, 1º de agosto.

A iniciativa busca visitar as 13 DREs da Seduc, em 2025, para dialogar com gestores escolares, coordenadores pedagógicos e professores sobre o ano letivo e também sobre o Saeb 2025 – Sistema de Avaliação da Educação Básica, que na região de Pontes e Lacerda terá a participação de cerca de 1.500 estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio.

No primeiro dia de trabalho, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, participa, às 08h30, na sede da Diretoria Regional de Educação (DRE), reunião de trabalho com secretários municipais de Educação das cidades que compõem o polo: Campos de Júlio, Comodoro, Conquista D’Oeste, Figueirópolis D’Oeste, Jauru, Nova Lacerda, Pontes e Lacerda, Rondolândia, Vale de São Domingos e Vila Bela da Santíssima Trindade.

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“Além de ouvir demandas, vamos estreitar ainda mais a parceria da Seduc com os municípios por meio do Regime de Colaboração. Temas como o projeto Muxirum, avanços na alfabetização e transporte escolar, por exemplo, estarão em pauta”, adianta o secretário, lembrando que no período da tarde visitará as escolas estaduais Deputado Dormevil Faria e Mario Spinelli.

Na manhã do dia 1º de agosto, após reunião com a equipe da Diretoria Regional, a equipe de trabalho da Seduc tem compromisso agendado nas escolas estaduais São José e a EEM Tiradentes 1º Ten PM Carlos Henrique Paschoiotto Scheifer. Depois do almoço, a agenda termina na DRE com mais uma conversa com diretores escolares das 10 cidades do polo e coordenadores pedagógicos do município sede.

O secretário reforça que o objetivo é ouvir não apenas as demandas, mas também os desafios enfrentados nas escolas, criando um espaço de troca de experiências e sugestões. Para ele, a colaboração entre a rede estadual e as redes municipais também é essencial para otimizar recursos, compartilhar experiências e garantir uma educação de qualidade para todos os estudantes.

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“Desta forma, incentivamos a participação da comunidade escolar nas ações educativas da Diretoria Regional de Pontes e Lacerda, que hoje conta com 5.370 estudantes matriculados no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos”, concluiu Alan Porto.

O Giro Pelas Escolas já foi realizado nos polos regionais de Tangará da Serra, Rondonópolis, Confresa, Alta Floresta e Juína. Os próximos polos serão Sinop, Matupá, Barra do Garças, Diamantino, Primavera do Leste, Cáceres e a Direção Metropolitana de Educação.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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