A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou, na quinta-feira (20/11), o resultado preliminar da prova prática do concurso público da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT). Os candidatos podem consultar individualmente seus resultados na página oficial do certame, disponível no site da banca organizadora, desde esta sexta-feira (21/11).
Quem discordar do resultado preliminar poderá interpor recurso entre 0h de 24 de novembro e 23h59 de 25 de novembro de 2025, horário oficial de Mato Grosso, exclusivamente por meio do formulário eletrônico disponibilizado no portal da FGV. A banca reforça que não serão aceitos recursos enviados fora do prazo ou por qualquer outro canal.
Conforme o cronograma oficial, o resultado final do concurso será publicado em 16 de dezembro de 2025. Após a homologação, terão início as etapas de convocação e posse, de acordo com as necessidades da Rede Estadual de Ensino.
Com 1.500 vagas imediatas, além de cadastro de reserva para diversas habilitações, o concurso representa um dos maiores investimentos recentes no fortalecimento do quadro profissional da educação pública de Mato Grosso.
As remunerações variam conforme a jornada e a formação do candidato, partindo de R$ 3.671,84 e podendo ultrapassar R$ 17 mil para cargas de 40 horas em determinadas áreas.
Segundo a Seduc-MT, a divulgação transparente de cada etapa e o período de recursos garantem segurança jurídica aos participantes e reforçam a credibilidade do processo seletivo conduzido pela FGV.
Cronograma
Publicação do julgamento de recursos contra o resultado preliminar da Entrevista para os candidatos negros e do Resultado definitivo da Entrevista para os candidatos Negros: 16/12/2025.
Resultado Definitivo da Prova Prática: 16/12/2025.
Divulgação da resposta aos recursos e Publicação do Resultado definitivo da Avaliação de Títulos: 16/12/2025.
A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.
Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.
Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.
Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.
Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.
A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.
As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.
Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.
O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.
“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.
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