Mato Grosso

Projeto recebe estudantes do Centro de Referência do IFMT de Jaciara

Publicado em

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) recebe nesta segunda-feira (12.5), em Cuiabá, mais de 50 alunos do curso técnico de Meio Ambiente do Centro de Referência de Jaciara do Instituto Federal de Educação (IFMT). A iniciativa é resultado do projeto “Conhecendo a Sema” e busca apresentar aos estudantes os procedimentos adotados para aplicação das políticas ambientais.

Na abertura do evento, a superintendente de Educação Ambiental e de Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho , destacou a importância do projeto. “Para esses estudantes, que em breve ingressam no mercado de trabalho, essa é uma oportunidade para que tenham contato com os profissionais que atuam nessa área. O projeto abrange discussões sobre políticas ambientais, licenciamento, combate ao desmatamento, queimadas, educação ambiental, entre outros assuntos”, afirmou.

O professor Felipe Gimenes da Silva afirmou que este é o segundo ano que o IFMT traz seus alunos para conhecer o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente. “Essa troca permite que os alunos verifiquem como ocorrem os procedimentos de fiscalização em nosso Estado. É uma excelente oportunidade para eles esclarecerem dúvidas sobre estudos de impacto ambiental e licenciamento”, observou.

Leia Também:  Desenvolve MT leva soluções de crédito durante evento empresarial em Cáceres

Conforme a superintendente de Educação Ambiental da Sema, durante todo o dia, os estudantes terão acesso a palestras sobre educação ambiental, planejamento de fiscalização e combate ao desmatamento, licenciamento de infraestrutura, mineração, indústrias e serviços e monitoramento da água e do ar. Os alunos também farão visita ao laboratório.

Escolas interessadas em participar do projeto “Conhecendo a Sema” podem entrar em contato com Superintendência de Educação Ambiental e de Atendimento ao Cidadão (email: [email protected])

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

Published

on

A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

Leia Também:  Polícia Militar realiza 1º Congresso Violência Doméstica e Traumas Transgeracionais em Cuiabá

Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Leia Também:  Empresas de comunicação poderão emitir NFCom de forma voluntária a partir de setembro

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA