Mato Grosso

Polícia Militar prende homem com 36 quilos de pasta base de cocaína em Nova Bandeirantes

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Policiais militares do 9º Comando Regional prenderam, neste sábado (2.5), um homem, de 30 anos, por tráfico ilícito de drogas no município de Nova Bandeirantes. Com o suspeito, foram apreendidos mais de 36 quilos de substância análoga à pasta base de cocaína. O prejuízo causado às facções criminosas é de cerca de R$ 920 mil.

A ação teve início após a equipe receber informações da Polícia Militar de Cotriguaçu sobre um veículo suspeito de transportar entorpecentes, que estaria seguindo em direção a Nova Bandeirantes. O automóvel, uma picape de cor preta, teria atravessado a balsa no distrito de Japuranã, em uma rota frequentemente utilizada pelo tráfico de drogas na região.

Diante das informações, os policiais intensificaram o patrulhamento e localizaram o veículo a cerca de cinco quilômetros antes da balsa. Durante a abordagem, o condutor apresentou nervosismo e versões contraditórias sobre sua origem e seu destino, levantando ainda mais suspeitas da equipe policial.

O veículo foi encaminhado para uma vistoria minuciosa em uma oficina mecânica, onde os policiais localizaram 29 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, escondidos na estrutura lateral do estribo da carroceria. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 36,7 quilos do entorpecente.

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A rota utilizada pelo suspeito passa pelos estados de Rondônia e Mato Grosso, utilizando a travessia por balsa sobre o rio Juruena, que liga Nova Bandeirantes ao estado do Pará.

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Nova Bandeirantes, onde foram adotadas as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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