Mato Grosso

Polícia Civil prende jovem por tráfico de drogas em Campos de Júlio

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A Polícia Civil prendeu um jovem, de 21 anos, suspeito de tráfico de drogas, em Campos de Júlio. A ação policial foi desencadeada nesta terça-feira (27.1), após investigações sobre comércio de drogas nas proximidades de um bar, na região central da cidade.

Conforme denúncia, um jovem, com diversas tatuagens pelo corpo, ligado a um grupo criminoso, estaria vendendo substâncias entorpecentes em um local conhecido por concentrar bares, casas de prostituição e por ser região de constante fluxo de usuários e traficantes.


Diante das informações, uma equipe da Delegacia de Polícia Civil de Campos de Júlio iniciou diligências com o objetivo de averiguar a denúncia e identificar o suspeito, que foi preso em frente a sua residência, com nove porções de substância análoga à maconha, acondicionadas em sacos plásticos (zip lock), bem como dois pinos de substância análoga à cocaína também armazenados no mesmo tipo de material.

De acordo com os policiais, a quantidade fracionada e a forma de acondicionamento são compatíveis o tráfico de drogas.

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Após a prisão, o jovem foi conduzido até a delegacia para os devidos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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