O mirante do parque Mãe Bonifácia foi reaberto ao público nesta sexta-feira (19.12), após passar por obra de revitalização. A intervenção tornou-se necessária em razão de problemas estruturais existentes no fosso do elevador, que apresentava acúmulo de água, gerando riscos à segurança dos usuários do parque e do próprio mirante.
O investimento total da obra foi de R$ 639,5 mil, viabilizado por meio de compensação ambiental, com recursos aportados pela empresa Matrichã. O projeto teve como diretriz principal a implantação de um sistema de drenagem adequado na área, possibilitando a reforma integral do elevador e a eliminação dos riscos identificados. Com isso, foi restabelecido um ambiente seguro e apropriado para a contemplação da paisagem urbana e natural, valorizando a experiência dos visitantes que utilizam o mirante.
Uma parte importante da reforma foram as melhorias na acessibilidade, com a adição de avisos sonoros e botões em braille no elevador. O escopo da obra contemplou também a substituição e manutenção de telhas soltas, bem como a revisão completa da estrutura metálica, que recebeu novo tratamento e pintura, garantindo maior durabilidade e melhor aspecto visual ao equipamento público.
A intervenção incluiu ainda a aplicação de uma nova arte no elevador, desenvolvida por servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), conferindo uma nova identidade visual ao mirante e reforçando seu caráter simbólico e cultural.
Com a conclusão das obras, o Mirante do Parque Mãe Bonifácia foi devolvido à sociedade totalmente revitalizado, seguro e em plenas condições de uso, atendendo diariamente usuários do parque e visitantes. Participaram diretamente do projeto integrantes da Coordenadoria de Unidades de Conservação da Sema, arquitetos e engenheiros da Gerência de Obras. A Nova arte aplicada ao mirante foi realizada pelo servidor Josué Moreira Oliveira, que é publicitário, artista plástico e design gráfico ilustrador.
O VI Encontro de Cultura Cigana de Mato Grosso terá programação ao longo de maio, em alusão ao Dia Nacional dos Povos Ciganos, celebrado em 24 do mesmo mês. A principal etapa presencial ocorre entre 1º e 3 de maio de 2026, em Rondonópolis, com cerca de 150 participantes de seis municípios, além de convidados de outros estados.
A iniciativa começou em 2017 e é realizada pela Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT). Desde a terceira edição, o evento conta com recursos da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
Neste ano, parte do evento é realizado por meio do edital Rede Estadual de Pontos de Cultura de Mato Grosso – Cultura Viva do Tamanho do Brasil – Fomento à Projetos Continuados de Pontos de Cultura – Edição Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB I, que liberou mais de R$ 3,7 milhões 31 projetos, sendo R$ 120 mil para cada um.
O evento também terá atividades em Cuiabá e Tangará da Serra, incluindo música, dança, teatro, seminário de direitos humanos, encontro de mulheres e ações para o público infantil. Entre os destaques em Rondonópolis estão o IV Encontro de Mulheres Ciganas de Mato Grosso, a Mostra Calon Lachon de audiovisual e o inédito I Seminário Estadual de Direitos Humanos dos Povos Ciganos, com participação de representantes nacionais como Edvalda Bispo dos Santos e Lourdes Correia.
No mesmo município, o projeto teatral “Rarripe – Ciganos em Cena”, iniciado em 7 de fevereiro e com o primeiro módulo encerrado em 30 de abril, promove intervenções nos dias 1º e 2 de maio. O grupo reúne 13 mulheres ciganas e tem previsão de continuidade no segundo semestre de 2026.
Em Cuiabá, a Mostra Calon Lachon começa em 5 de maio, com sessões também nos dias 15, 22 e 29 de maio, sempre às 19h, no Ateliê Kaiardon. A Exposição Diquela abre no mesmo dia, 5 de maio, às 16h, com visitação ao longo do mês.
Em Tangará da Serra, a Exposição Diquela será aberta em 4 de maio e segue até 5 de junho, quando ocorre o encerramento com exibição da Mostra Calon Lachon no Centro Cultural do município.
O projeto inclui ainda a campanha virtual Maio Cigano, promovida durante os 30 dias do mês, com foco na valorização da cultura cigana e no combate ao preconceito. O encontro já se consolidou como a principal iniciativa do segmento no estado, com atividades presenciais e virtuais e participação majoritária de profissionais ciganos.
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