Mato Grosso apresentou avanço na geração de empregos com carteira assinada nos primeiros dez meses de 2025. Dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, indicam que o Estado registrou saldo positivo de 56.358 postos de trabalho entre janeiro e outubro deste ano, o que representa um crescimento de 5,97% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram contabilizados 53.183 novos vínculos formais.
No acumulado de 2025, foram registradas 591.323 admissões e o estoque de empregos formais no Estado chegou a 1.000.359 vínculos, reforçando a expansão do mercado de trabalho mato-grossense ao longo do ano.
O setor de Serviços liderou a geração de vagas no período, com saldo de 20.146 empregos, seguido pela Agropecuária (11.918), Construção (11.489), Indústria (7.619) e Comércio (5.186). O desempenho positivo em todos os grupamentos evidencia a diversificação e a força da economia estadual.
Entre os municípios, Cuiabá aparece com o maior saldo de postos de trabalho formais no período, com 8.967 novas vagas, seguida por Lucas do Rio Verde (3.615), Várzea Grande (3.117), Sinop (3.116) e Rondonópolis (2.768).
Mato Grosso alcançou um novo patamar de destaque no mercado de trabalho em 2025: além de registrar forte crescimento na geração de empregos formais, o Estado também apresentou, no terceiro trimestre, a menor taxa de desemprego do país, com índice de 2,3%, empatado com Santa Catarina. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, esse desempenho reflete o impacto positivo das políticas estaduais de fomento à economia e à inserção no mercado de trabalho.
“Esses números mostram a força do mercado de trabalho em Mato Grosso e o impacto direto das ações que estimulam a geração de empregos, o empreendedorismo e os investimentos em todas as regiões do Estado. Seguimos trabalhando para ampliar oportunidades e garantir que esse crescimento seja cada vez mais sustentável e inclusivo”, destacou.
Representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) e da direção do Hospital Regional de Cáceres acompanharam, nesta segunda-feira (26.5), a visita técnica realizada pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) à unidade hospitalar, atualmente administrada pela Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir).
Durante a agenda, as equipes técnicas da SES e do hospital cooperaram com os parlamentares, apresentando informações sobre o funcionamento da unidade, os investimentos realizados e os resultados obtidos desde a implantação do novo modelo de gestão.
Antes da contratação da Agir, as duas unidades do Hospital Regional de Cáceres custavam, em média, R$ 23,8 milhões mensais ao Estado. Atualmente, o custo mensal é de aproximadamente R$ 21,6 milhões, o que representa uma economia estimada de R$ 2.154.591,82 por mês, equivalente a uma redução de cerca de 9,1%.
Mesmo com a diminuição dos custos, a unidade prevê ampliar a capacidade operacional. A previsão é de aumento de 294 para 320 leitos operacionais, além da ampliação entre 10% e 15% da capacidade cirúrgica, com o objetivo de reduzir em até 30% a demanda reprimida da região por meio de agendamentos otimizados.
Outro avanço apresentado foi o fortalecimento do quadro de profissionais da unidade. Houve aumento de 62% no número de trabalhadores e redução da rotatividade das equipes, fator considerado essencial para garantir a continuidade do cuidado aos pacientes.
O quantitativo de 744 funcionários contratados temporariamente pela SES foi ampliado para 1.206 profissionais contratados pelo regime CLT, reforçando a assistência prestada à população da região Oeste de Mato Grosso.
O diretor-geral do Hospital Regional de Cáceres, Antônio Jorge de Almeida Maciel, apresentou os indicadores da unidade e destacou os avanços que já existiram ou que ainda estão em andamento.
“O contrato de gestão é técnico e transparente. Assumimos o Hospital Regional de Cáceres com todos os serviços em funcionamento e, conforme previsto contratualmente, já conseguimos ampliar serviços assistenciais, implantar protocolos, expandir o número de colaboradores e ampliar leitos de atendimento”, destacou o diretor.
“Temos muito trabalho e aproximadamente 50 pessoas são líderes treinados para garantir a assistência à população. Não existe ‘segurar leito’, não existe falta de medicamento, nem falta de recurso por parte da Secretaria. O que existe são trâmites que precisam ser ajustados”, acrescentou.
Participaram da visita técnica os deputados Dr. Eugênio, Dr. João, Sebastião Rezende, Valmir Moretto, Lúdio Cabral e Paulo Araújo.
A SES-MT permanece à disposição dos órgãos de controle e fiscalização para prestar todos os esclarecimentos necessários e reforça o compromisso com a transparência, a eficiência da gestão pública e a melhoria contínua da assistência hospitalar ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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