As inscrições para a XVII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (MECTI) foram prorrogadas até o próximo dia 08 de agosto. A previsão inicial era de que as escolas estaduais da rede pública e privada poderiam submeter trabalhos até a sexta-feira passada (25.7).
A MECTI é um evento promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e parceiros e será realizado entre 22 e 24 de outubro no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.
“A prorrogação foi necessária por conta do encerramento das inscrições ficar muito próximo do retorno às aulas após as férias, o que tem dificultado alguns alunos concluírem a inscrição dos seus projetos”, afirmou o superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, Marcos Natanael.
Poderão ser submetidos para MECTI trabalhos de estudantes do 8º e 9º ano do ensino fundamental, ensino médio e ensino técnico e profissionalizante. As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas pelo responsável pela escola através da página do evento (acesse aqui).
Entre 08 e 26 de setembro (08 e 26.9), serão divulgados os trabalhos selecionados nas etapas regionais. No dia 27.9 a lista final de escolhidos será postada no site da Seciteci.
Para mais detalhes confira o edital completo clicando aqui. Em caso de dúvidas entre em contato no e-mail [email protected] ou Whatsapp: 65 9 9981-6942.
MECTI
Realizada juntamente com a 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), a 17ª Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso busca incentivar a pesquisa científica nas escolas do Estado. Visa também promover o pensamento criativo e desenvolvimento de ideias e soluções inovadoras para dinamizar as relações econômicas e superar as desigualdades regionais.
A XVII MECTI é uma parceria com Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Instituto Farmun.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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