Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um integrante de uma facção criminosa, nesta terça-feira (14.4), suspeito por tráfico ilícito de drogas, em Cuiabá. O homem possui diversas passagens criminais entre furto, roubo, receptação e uso ilícito. As equipes apreenderam 24 porções de substância análogas à maconha e uma de haxixe.
Durante patrulhamento tático no bairro Centro América, os policiais militares identificaram dois homens, em atitude suspeita, em frente a uma residência abandonada portando uma sacola supostamente contendo entorpecentes.
Ao notarem a aproximação policial, os suspeitos tentaram fugir em direções opostas, mas um deles acabou interceptado. Com ele, os agentes apreenderam diversas porções de maconha prontas para a comercialização.
No imóvel, os agentes apreenderam porções adicionais de maconha, uma unidade de haxixe e quatro balanças de precisão. Durante a checagem dos dados, constatou-se que o suspeito já possui extenso histórico criminal. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.
Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.
“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.
O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.
Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.
Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.
“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.
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