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Escola de Governo de Mato Grosso prorroga inscrições para ouvintes nas atividades do IV Seminário de Gestão do Conhecimento

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A Escola de Governo de Mato Grosso prorrogou, nesta sexta-feira (29.8), o prazo de inscrições para ouvintes das palestras “ESG: desafios e oportunidades na gestão pública” e “Gestão do conhecimento no setor público: boas práticas de compartilhamento de saberes”, além das salas on-line do IV Seminário de Gestão do Conhecimento. A partir de agora, as inscrições poderão ser feitas até o dia da realização de cada atividade, conforme a disponibilidade de vagas.

O prazo de inscrição para as palestras de abertura é até dia 1º de setembro, quando elas serão realizadas. As inscrições são feitas neste link, restando apenas vagas para participação on-line.

Já participações nas salas virtuais, onde serão apresentadas dissertações e teses, devem ser feitas individualmente, de acordo com o interesse, obedecendo também o dia de realização de cada uma. Elas vão ocorrer nos dias 2, 3 e 4 de setembro e as vagas são limitadas a 100 participantes por sala.

São 60 pesquisas acadêmicas, 23 de mestrado e 37 de doutorado, distribuídas em 11 salas temáticas virtuais. Os trabalhos abordam desde a análise do impacto do Novo Ensino Médio e da abordagem de metodologia educacional interdisciplinar (acrônimo em inglês STEAM) na formação docente em Mato Grosso, até investigações sobre trajetórias de mulheres negras na gestão escolar e processos de descolonização africana.

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Também há pesquisas voltadas às práticas educativas indígenas, políticas de inclusão, saúde pública, vigilância epidemiológica e até experiências inovadoras em ensino de ciências e linguagem. São produções científicas que geram conhecimento, orientam decisões e contribuem para o aprimoramento das políticas públicas, oferecendo retorno à sociedade.

Salas, temáticas e inscrição

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas individualmente para cada sala de interesse por meio dos links específicos. Confira a lista completa das salas e suas temáticas para fazer sua inscrição:

Sala 1 — Gestão e Organização escolar; Currículo; Avaliação; Metodologias de Ensino; Tecnologias de Mediação; Materiais Didáticos; Ensino e Aprendizagem e Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Sala 2 — Patrimônio Cultural; Identidade; Memória; Religiosidade e História Oral.

Sala 3 — Gestão e Organização escolar; Currículo; Avaliação; Metodologias de Ensino; Tecnologias de Mediação; Materiais Didáticos; Ensino e Aprendizagem e Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Sala 4 — Gestão de Serviços; Planejamento; Desenvolvimento e Gestão de Políticas Públicas; Concessões e Parcerias Público-Privadas.

Sala 5 — Saúde; Gestão Hospitalar; Saúde e Segurança no Trabalho; Perícia Médica; Segurança Pública e Criminalidade.

Sala 6 — Gestão e Organização escolar; Currículo; Avaliação; Metodologias de Ensino; Tecnologias de Mediação; Materiais Didáticos; Ensino e Aprendizagem e Ambiente Virtual de Aprendizagem.

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Sala 7 — Inclusão; Diversidade; Acessibilidade; Pessoa com Deficiência; Políticas Universais; Direitos Humanos; Movimentos Sociais; Justiça e Cidadania.

Sala 8 — Inclusão; Diversidade; Acessibilidade; Pessoa com Deficiência; Políticas Universais; Direitos Humanos; Movimentos Sociais; Justiça e Cidadania.

Sala 9 — Gestão e Organização escolar; Currículo; Avaliação; Metodologias de Ensino; Tecnologias de Mediação; Materiais Didáticos; Ensino e Aprendizagem e Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Sala 10 — Gestão e Organização escolar; Currículo; Avaliação; Metodologias de Ensino; Tecnologias de Mediação; Materiais Didáticos; Ensino e Aprendizagem e Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Sala 11 — Desenvolvimento Organizacional; Gestão de Pessoas; Previdência Pública; Gestão Estratégica e Gestão por Processos; Meio Ambiente; Gestão Ambiental; ESG; Energias Renováveis; Sustentabilidade; Desenvolvimento Rural; Agricultura Familiar; Economia Agrícola; Agronegócio; Geoprocessamento e Referenciamento.

Confira no anexo abaixo o detalhamento de cada uma das salas. Saiba mais, acompanhe a Escola de Governo de MT no Instagram.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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