Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental realizaram o resgate de um tamanduá-bandeira, na manhã desta sexta-feira (24.01), em Cuiabá. O animal foi encontrado dentro de um condomínio residencial, no bairro Parque das Nações.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do Batalhão foi acionada para verificar a presença do tamanduá-bandeira dentro do condomínio. No local, os militares realizaram um procedimento inicial de avaliação comportamental, a fim de garantir a segurança dos moradores do residencial e do animal silvestre.
Os policiais realizaram técnicas adequadas de manejo de fauna e contiveram o tamanduá-bandeira de forma segura e eficiente, evitando qualquer estresse desnecessário ao animal.
Em seguida, a equipe se deslocou até uma área ambientalmente adequada e fizeram a soltura e reintrodução do animal em seu habitat natural.
O comandante do Batalhão Ambiental, tenente-coronel Fagner Augusto do Nascimento, avaliou que o uso de técnicas adequadas foram essenciais para que o resgate fosse realizado com sucesso.
“Isso garantiu a integridade do animal e a segurança da população local. A ação rápida e eficiente da equipe contribuiu para a preservação da fauna silvestre e a conscientização ambiental dos moradores”, destacou o comandante.
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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