Mato Grosso

Atletas do programa de bolsas do Governo de Mato Grosso disputam o torneio principal do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia

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Atletas do programa de bolsas do Governo de Mato Grosso, o OlimpusMT, disputam o torneio principal do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, que está sendo realizado no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, até domingo (20.7). Laryssa Dalmoro e Yuri Henrique estreiam nesta quinta-feira (17), com suas respectivas duplas, direto na fase de grupos do Torneio Aberto da competição nacional.

“Esse é o maior evento de vôlei de praia do país, que reúne vários atletas profissionais de cada canto do Brasil. E estar no torneio principal é gratificante demais, porque entramos entre as melhores duplas na fase de grupos, já com uma chance de avançar mais. Teremos dois jogos, para avançar às quartas de final”, explica Laryssa.

A atleta, que é contemplada com Bolsa na categoria Atleta Nacional pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), joga ao lado de Bárbara Martins. As duas jogam juntas desde 2023 e se classificaram para o torneio principal pela posição no ranking da temporada.

“E eu convido a galera para nos prestigiar, para torcer, para vibrar pelos atletas mato-grossenses. Além de mim e da Bárbara, o Yuri e o Brenow já entram também direto para o torneio principal”, convida a atleta.

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Yuri Henrique também é atendido com Bolsa Atleta na categoria Nacional. O atleta tem como parceiro Brendow Padilha. Juntos, foram campeões do Campeonato Estadual de Vôlei de Praia Sub-23 neste ano.

Além das duas duplas, o torneio principal do Circuito Brasileiro pode contar ainda com outros pares de atletas mato-grossenses que disputam a fase Qualifying da competição nesta quarta (16). Outras nove duplas de Mato Grosso buscam a qualificação para a fase principal do Aberto para somar pontos no ranking.

As principais duplas do ranking nacional estreiam na competição a partir de sexta (18), no torneio Top 16. Entre os competidores, estão as campeãs olímpicas Duda e Ana Patrícia, o também campeão olímpico Alisson, os atletas olímpicos Evandro e Arthur Lanci, Carol Solberg, Rebecca e a dupla Thâmela e Vic.

A quinta etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia é uma realização da Federação Mato-grossense de Voleibol e da Confederação Brasileira de Voleibol, com o patrocínio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secel. Mais informações sobre as etapas da temporada 2025 estão disponíveis no site https://cbv.com.br/volei-de-praia/circuito-brasileiro-de-volei-de-praia

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Acesso ao evento

Durante todos os dias, o público poderá acompanhar gratuitamente as partidas em arquibancadas cobertas montadas para o evento esportivo. O ingresso deve ser retirado antecipadamente pela internet (link aqui).

Também há ônibus gratuitos saindo do Shopping Pantanal, em Cuiabá, até o Parque Novo Mato Grosso. Até sábado (19), as saídas são feitas de duas em horas, das 8h até às 18h, e depois, às 19h50. Já no domingo (20), as saídas ocorrem das 8h às 12h.

Programação (horário MT)

Torneio Aberto
Fase de grupos e oitavas de final: quinta-feira (17.7), das 9h às 17h30
Quartas de final e semifinal: sexta-feira (18.7), das 9h às 18h20
Finais: sábado (19.7), 8h às 18h50

Torneio Top 16
Fase de grupos: sexta-feira (18.7), das 9h às 18h20
Oitavas, quartas e semifinais: sábado (19.7), 8h às 18h50
Finais: domingo (19.7), 9h às 11h40

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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