Rondonópolis

Trânsito está interditado no cruzamento das avenidas Júlio Campos e W-6 no Sagrada Família

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Em função do início da obra de construção de uma rotatória no cruzamento da Avenida Júlio Campos com a Avenida W-6, no bairro Sagrada Família, que tem o objetivo de melhorar a trafegabilidade na região e dar mais segurança aos condutores, o local ficará interditado para o tráfego de veículos. A Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Setrat) informa que a interdição tem início nesta quarta-feira (19) e segue até a conclusão da obra que será executada pela Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder).

A interdição, conforme explica a Setrat, será total nas duas mãos da Avenida Júlio Campos, a uma distância de 30 metros do entroncamento da via com a Avenida W-6, e também na Avenida W-6, que ficará interditada no cruzamento com a Rua Maria Cândido da Costa e no entroncamento com a Avenida Perimetral, no Ideia’s Buffet.

O local de interdição será sinalizado também com dispositivos luminosos de advertência para que os condutores tenham melhor visualização à distância. Outras medidas de segurança conforme determina no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) devem ser adotadas.

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Diante da interdição, a Setrat pede a máxima atenção dos motoristas e orienta que se desloquem por vias alternativas.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis

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Rondonópolis

STF retira tornozeleira de empresária de Rondonópolis condenada pelos atos de 8 de janeiro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a retirada da tornozeleira eletrônica da empresária Bruna Cristina Zaramella, moradora de Rondonópolis e condenada pela participação nos atos de 8 de janeiro. A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes e publicada na terça-feira (11).

A retirada do equipamento, no entanto, não significa o fim das medidas cautelares impostas à empresária. Moraes manteve a apreensão do passaporte, a suspensão do registro e do porte de arma de fogo e a proibição de deixar o país.

Segundo a decisão, a medida foi autorizada após serem identificadas falhas no funcionamento da tornozeleira eletrônica, além de dificuldades relacionadas ao carregamento do equipamento.

Ao analisar o caso, o ministro considerou que Bruna vinha cumprindo as determinações impostas pelo STF, mesmo diante dos problemas apresentados pelo dispositivo de monitoramento.

Com a decisão, a empresária deixa de ser monitorada por tornozeleira eletrônica, mas continua submetida às demais restrições determinadas pela Corte.

Bruna Zaramella foi condenada no âmbito das ações relacionadas aos atos de 8 de janeiro, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.

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