AÇÃO DE DESASSOREAMENTO

Prefeitura retira 100 toneladas de detritos do Córrego do Gambá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, iniciou nesta segunda-feira (13) o desassoreamento do Córrego do Gambá, no bairro São Matheus. A ação visa melhorar o fluxo da água, removendo materiais acumulados no fundo do canal. A medida faz parte das ações emergenciais anunciadas pelo prefeito Abilio Brunini para evitar alagamentos e enchentes na região.

“No momento, as máquinas estão sendo enviadas para esses locais para resolver os problemas de drenagem. No caso do Córrego do Gambá, há uma obra estruturante, que se estende até o rio Cuiabá, mas essa obra foi dimensionada de maneira errada para suportar a quantidade de água que a região recebeu recentemente. Uma chuva de 91 milímetros agravou a situação, o que fez com que a infraestrutura não conseguisse dar conta da vazão e por isso vamos realizar o alargamento dessa área para melhorar o escoamento da água e corrija o problema”, ponderou o prefeito Abilio Brunini.

Atualmente, 19 técnicos estão dedicados exclusivamente à limpeza de caixas coletoras  enquanto outras seis equipes atuam diretamente no canal. Para a execução dos serviços, estão sendo utilizados cinco caminhões-caçamba e uma escavadeira hidráulica (PC).

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Nesta manhã, as equipes da Secretaria Municipal de Obras Públicas mapearam os pontos críticos da cidade, priorizando as regiões com maior incidência de alagamentos. Até o momento, cerca de 100 toneladas de terra e lixo já foram removidas do trecho do Córrego do Gambá que passa pelo bairro São Matheus.

O acúmulo de materiais como areia, terra, garrafas PET, sacolas plásticas, restos de cascas de árvores e entulhos tem causado o assoreamento do canal, reduzindo significativamente sua capacidade de vazão e aumentando o risco de alagamentos. A busca limpeza melhora o fluxo da água, removendo essas barreiras e garantindo um escoamento mais rápido e eficiente.

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Troca na chapa de Janaína vira alvo de novo vídeo de Feldner

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A delegada aposentada Ana Cristina Feldner antecipou o segundo vídeo da série em que questiona a composição da chapa de Janaína Riva (MDB) ao Senado. O conteúdo, que seria publicado nesta quinta-feira (17), foi divulgado antes por Feldner sob o argumento de que o tema abordado merecia ser tratado imediatamente.

Mantendo a estratégia adotada no primeiro episódio, a delegada voltou a usar uma padaria como metáfora para apresentar suas críticas. Desta vez, o “ingrediente” escolhido foi o combate à corrupção.

“Que tal a farinha do combate à corrupção?”, provoca Feldner logo no início da gravação.

A partir da pergunta, ela direciona o foco para a escolha de Danilo Trento como primeiro suplente de Janaína Riva. Feldner afirma que havia sido indicada anteriormente para a função e que soube de sua substituição por meio da imprensa.

A delegada sustenta que a primeira suplência não deve ser tratada como uma posição apenas simbólica, já que o suplente pode assumir o mandato em situações previstas pela legislação eleitoral.

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Na sequência, Feldner resgata episódios envolvendo Trento. Entre eles está sua participação nas apurações da CPI da Pandemia. O relatório final da comissão recomendou o indiciamento do empresário por suspeitas relacionadas a fraude em contrato, organização criminosa e improbidade administrativa no contexto das investigações sobre a Covaxin.

A delegada também menciona que o empresário foi citado em investigações relacionadas a descontos em aposentadorias e pensões do INSS. Em 2025, a CPMI que apurou o caso aprovou a convocação de Trento, que havia sido descrito pelo Senado como investigado pela Polícia Federal.

Feldner ainda levanta questionamentos sobre empresas relacionadas ao empresário e cita informações presentes em documentos de investigação sobre possíveis conexões empresariais. As referências, porém, são apresentadas por ela como questionamentos e não representam, por si só, uma conclusão judicial de que Trento tenha participado de crimes.

Ao defender sua própria trajetória, Feldner destaca os mais de 20 anos de atuação na Polícia Civil e trabalhos ligados ao enfrentamento de organizações criminosas e crimes de grande repercussão.

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“Eu nunca fui investigada por corrupção”, afirma a delegada.

É a partir dessa comparação que Feldner chega ao ponto central do segundo vídeo: o critério utilizado para definir quem ocuparia a primeira suplência da chapa de Janaína Riva.

“Qual o critério de escolha?”, questiona.

No encerramento, a delegada amplia as críticas e afirma que Janaína Riva não a representa na pauta relacionada às mulheres. Também questiona a identificação da família Riva com o discurso de combate à corrupção.

O novo vídeo dá sequência ao embate público entre Feldner e Janaína Riva depois da mudança na composição da chapa. A delegada já havia feito críticas públicas à candidata e acusado a situação de violência política de gênero.

O episódio também coloca novamente em evidência a composição da chapa e o papel dos suplentes em uma candidatura ao Senado.

 

 

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