CIDADES

Noite de gala do jornalismo: Sebrae/MT premia profissionais de cinco categorias

Publicado em

Cerimônia reuniu profissionais da comunicação e reconheceu reportagens sobre empreendedorismo, economia e transformação social em Mato Grosso

O Sebrae/MT realizou, na noite desta terça-feira (15), em Mato Grosso, a 13ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ). A cerimônia reuniu jornalistas, radialistas, fotógrafos e profissionais da comunicação para reconhecer trabalhos que deram destaque ao empreendedorismo e aos impactos dos pequenos negócios na economia e na sociedade.

Ao todo, foram distribuídos R$ 67 mil em premiações. Os primeiros colocados receberam R$ 8 mil, os segundos R$ 5 mil e os terceiros R$ 3 mil.

Durante a cerimônia, a diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destacou o trabalho diário dos profissionais de imprensa e a importância do jornalismo na divulgação de histórias ligadas ao empreendedorismo.

A comissão julgadora da etapa estadual foi formada pelos jornalistas José da Costa Marques Filho, Luciane Mildenberger e Amanda Moura Walter.

Confira os vencedores

Na categoria Jornalismo em Texto, o primeiro lugar ficou com Kessillen Lopes, do G1 Mato Grosso, pela reportagem “Da crise à retomada: como pequenos negócios sobreviveram à pandemia e alavancaram a economia de MT”.

Silvana Bazani, de A Gazeta, ficou em segundo lugar com “Maturidade como ativo econômico”. O terceiro lugar foi para Victória Oliveira Campos, também do G1 Mato Grosso, com “Potência turística: Pantanal vira vitrine mundial e sustenta gerações em Mato Grosso”.

Leia Também:  Coquetelaria com harmonização transforma mesas com sofisticação

Em Áudio, Verônica Rakel, da Rádio Vila Real FM, conquistou o primeiro lugar com a série “A Força do Empreendedorismo: Transformando Crises em Oportunidades”. Elayne Mendes, da Rádio CPA FM, ficou com as duas posições seguintes, com trabalhos sobre inclusão e empreendedorismo e sobre famílias que transformaram a própria casa em fonte de renda.

Na categoria Jornalismo em Vídeo, o primeiro lugar foi de Larissa Alves dos Santos, com “Comercialização para a Europa pode favorecer a cadeia produtiva do cumbaru”. Ariane Locatelli ficou em segundo, com “Empreendedores aproveitam crescimento do setor moveleiro em Mato Grosso para expandir seus negócios”, enquanto André Macedo conquistou o terceiro lugar com “Aumento de cafeterias: mudança nos hábitos leva empreendedores a investirem no negócio”. Os três são da TV Centro América.

No Fotojornalismo, Fernando Rodrigues, do Midiajur, venceu com “Mãos da história”. Annie Souza, do RD News, ficou em segundo com “Empreendedorismo e cultura: ceramista exalta arte mato-grossense em pequeno negócio”. Antônio Nassar Neto, do Mato Grosso Mais, ficou em terceiro com “Etnoturismo em Foco”.

Leia Também:  34ª Festa do Peão Pantaneiro começa nesta quinta e movimenta Agrovila das Palmeiras

Já na categoria especial Jornalismo Universitário, Duda Alcântara, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), conquistou o primeiro lugar com “Quando a experiência vira negócio: brasileiros 60+ reinventam a própria história por meio do empreendedorismo”.

Histórias que viraram notícia

Vencedora na categoria Jornalismo em Áudio, Verônica Rakel destacou que a série premiada buscou mostrar diferentes perfis de empreendedores, incluindo jovens, idosos e mães que encontraram no próprio negócio uma alternativa de renda.

Kessillen Lopes, vencedora em Jornalismo em Texto, também ressaltou o trabalho desenvolvido durante a reportagem sobre pequenos negócios. Segundo ela, a proposta foi mostrar, a partir dos próprios empreendedores, como empresas mato-grossenses enfrentaram as dificuldades provocadas pela pandemia e encontraram caminhos para continuar funcionando.

O prêmio encerrou a noite com o reconhecimento de profissionais de diferentes áreas da comunicação e de reportagens que levaram ao público histórias de negócios, trabalho, inovação e transformação em Mato Grosso.

Advertisement

CIDADES

Troca na chapa de Janaína vira alvo de novo vídeo de Feldner

Published

on

A delegada aposentada Ana Cristina Feldner antecipou o segundo vídeo da série em que questiona a composição da chapa de Janaína Riva (MDB) ao Senado. O conteúdo, que seria publicado nesta quinta-feira (17), foi divulgado antes por Feldner sob o argumento de que o tema abordado merecia ser tratado imediatamente.

Mantendo a estratégia adotada no primeiro episódio, a delegada voltou a usar uma padaria como metáfora para apresentar suas críticas. Desta vez, o “ingrediente” escolhido foi o combate à corrupção.

“Que tal a farinha do combate à corrupção?”, provoca Feldner logo no início da gravação.

A partir da pergunta, ela direciona o foco para a escolha de Danilo Trento como primeiro suplente de Janaína Riva. Feldner afirma que havia sido indicada anteriormente para a função e que soube de sua substituição por meio da imprensa.

A delegada sustenta que a primeira suplência não deve ser tratada como uma posição apenas simbólica, já que o suplente pode assumir o mandato em situações previstas pela legislação eleitoral.

Leia Também:  Abilio participa da Corrida de Reis e destaca apoio ao evento; VEJA VÍDEO

Na sequência, Feldner resgata episódios envolvendo Trento. Entre eles está sua participação nas apurações da CPI da Pandemia. O relatório final da comissão recomendou o indiciamento do empresário por suspeitas relacionadas a fraude em contrato, organização criminosa e improbidade administrativa no contexto das investigações sobre a Covaxin.

A delegada também menciona que o empresário foi citado em investigações relacionadas a descontos em aposentadorias e pensões do INSS. Em 2025, a CPMI que apurou o caso aprovou a convocação de Trento, que havia sido descrito pelo Senado como investigado pela Polícia Federal.

Feldner ainda levanta questionamentos sobre empresas relacionadas ao empresário e cita informações presentes em documentos de investigação sobre possíveis conexões empresariais. As referências, porém, são apresentadas por ela como questionamentos e não representam, por si só, uma conclusão judicial de que Trento tenha participado de crimes.

Ao defender sua própria trajetória, Feldner destaca os mais de 20 anos de atuação na Polícia Civil e trabalhos ligados ao enfrentamento de organizações criminosas e crimes de grande repercussão.

Leia Também:  Coquetelaria com harmonização transforma mesas com sofisticação

“Eu nunca fui investigada por corrupção”, afirma a delegada.

É a partir dessa comparação que Feldner chega ao ponto central do segundo vídeo: o critério utilizado para definir quem ocuparia a primeira suplência da chapa de Janaína Riva.

“Qual o critério de escolha?”, questiona.

No encerramento, a delegada amplia as críticas e afirma que Janaína Riva não a representa na pauta relacionada às mulheres. Também questiona a identificação da família Riva com o discurso de combate à corrupção.

O novo vídeo dá sequência ao embate público entre Feldner e Janaína Riva depois da mudança na composição da chapa. A delegada já havia feito críticas públicas à candidata e acusado a situação de violência política de gênero.

O episódio também coloca novamente em evidência a composição da chapa e o papel dos suplentes em uma candidatura ao Senado.

 

 

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA