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Prefeito revoga decreto e UBSs retomam atendimentos agendados

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O prefeito Abílio Brunini assinou, no último sábado (08), o Decreto Nº 10.869, que revoga o 1º do art. 2º do Decreto nº 10.851, de 23 de janeiro de 2025. Com essa medida, os atendimentos agendados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), anteriormente suspensos para priorizar atendimentos espontâneos, voltam a ser realizados normalmente.

A revogação foi publicada na Gazeta Municipal na edição de 7 de fevereiro e foi viabilizada pelo retorno às atividades de diversos profissionais da saúde que estavam de férias em janeiro. Com a recomposição das equipes médicas, tornou-se possível normalizar o fluxo de atendimentos e garantir a execução plena das atividades previstas pelo Ministério da Saúde.

O decreto destaca o avanço no monitoramento e a resposta eficiente às medidas implementadas para organizar os serviços de saúde, diante da situação de emergência epidemiológica decretada pelo governo municipal. Diante desse cenário, a nova decisão busca restabelecer o equilíbrio entre as demandas espontâneas e os atendimentos previamente agendados.

Conforme estipulado no artigo 1º do decreto, as UBSs deverão retomar os agendamentos de consultas e demais atividades, sem comprometer o atendimento espontâneo da população. Além disso, a normalização dos serviços inclui vacinação, fornecimento de medicamentos e outras ações essenciais, garantindo a continuidade das operações dessas unidades.

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A medida entra em vigor imediatamente a partir da data de sua publicação, reafirmando o compromisso da administração municipal com a saúde pública e a organização dos serviços de atendimento à população.

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Notas do Instagram ganham nova função na eleição: bandeiras passam a identificar lados políticos

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O início oficial da campanha eleitoral de 2026 não movimentou apenas comícios, convenções e discursos. Nas redes sociais, uma disputa silenciosa começou a aparecer nas pequenas “Notas” do Instagram, espaço que fica no topo da caixa de mensagens e permite aos usuários publicar recados curtos para seus seguidores e contatos.

Desde o último fim de semana, usuários passaram a utilizar bandeiras e combinações de cores como forma de sinalizar suas preferências políticas. A movimentação ganhou força a partir de domingo (16), data marcada pelo início oficial da campanha eleitoral.

Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), a bandeira brasileira passou a aparecer com frequência como símbolo de identificação política. O candidato iniciou sua campanha em Copacabana, no Rio de Janeiro, em um ato marcado por referências ao nacionalismo, à segurança pública e ao legado de Jair Bolsonaro.

Do outro lado, usuários identificados com o campo político de Lula (PT) passaram a adotar símbolos em vermelho e amarelo. Em algumas publicações, aparece uma representação semelhante à bandeira do Vietnã, utilizada como referência visual para demonstrar apoio ao petista.

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A tendência transforma um recurso criado para mensagens rápidas em uma espécie de código visual da disputa eleitoral. Em poucos caracteres ou apenas com um símbolo, o usuário consegue indicar aos seguidores de que lado está na polarização que marca a eleição presidencial.

A movimentação acontece em um ambiente digital que já vinha sendo utilizado intensamente pelas campanhas. Levantamento publicado pela Folha de S.Paulo mostrou que partidos intensificaram o uso de conteúdo político nas plataformas da Meta nos meses que antecederam o início oficial da propaganda eleitoral. PT e PL estiveram entre as siglas que mais exploraram conteúdos direcionados ao eleitorado.

A diferença agora é que a mobilização deixou de aparecer apenas nos perfis oficiais de candidatos e partidos. Símbolos, cores, músicas e pequenas mensagens passaram a ser utilizados pelos próprios usuários como forma de identificação.

A bandeira brasileira, que durante anos esteve associada principalmente a cerimônias oficiais e manifestações cívicas, ganhou forte significado político nos últimos anos. Na largada da campanha de Flávio, por exemplo, o símbolo nacional apareceu integrado à identidade visual do ato realizado no Rio.

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Com a campanha apenas começando, a tendência é que as redes sociais se tornem cada vez mais um espaço de disputa simbólica. E, neste ano, até uma pequena nota no alto da caixa de mensagens pode funcionar como uma declaração política.

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