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Polícia prende idoso condenado a 10 anos e seis meses por estupro de vulnerável

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Um homem de 86 anos foi preso pela Polícia Civil neste domingo, 23 de agosto, em Rondolândia, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, para cumprir uma condenação definitiva de 10 anos e seis meses de prisão por estupro de vulnerável.

O mandado de prisão foi cumprido por investigadores da Delegacia de Rondolândia após informações repassadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

Com os dados sobre a identidade do procurado, os policiais iniciaram diligências para descobrir onde ele estava morando. O homem foi localizado em uma residência na região central da cidade.

Após a confirmação da identidade e da ordem judicial, o idoso foi conduzido à delegacia para os procedimentos previstos.

Pena deverá ser cumprida em regime fechado

Segundo a decisão judicial, a prisão ocorreu em razão de uma condenação definitiva pelo crime de estupro de vulnerável. O mandado foi expedido pela Primeira Vara Criminal e Cível da Comarca de Comodoro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

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A ordem determina que a pena de 10 anos e seis meses seja cumprida inicialmente em regime fechado.

Após ser apresentado à autoridade policial, o homem permaneceu à disposição da Justiça para o cumprimento da decisão.

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Polícia investiga transações de mais de R$ 1 milhão em entidade do agro

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A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Mandato Espúrio, que investiga supostas irregularidades na administração do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT). Segundo a investigação, movimentações financeiras consideradas suspeitas ultrapassam R$ 1 milhão.

Entre os principais alvos está o produtor rural Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado estadual e novamente candidato à Assembleia Legislativa. A investigação apura, em tese, possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica envolvendo a antiga direção da entidade.

Ao todo, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, em Cuiabá, além de medidas para bloquear contas bancárias e suspender os acessos dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

A entidade é tratada como vítima no procedimento e, segundo a Polícia Civil, tem colaborado com as investigações.

Movimentações sob suspeita

De acordo com a apuração conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, as suspeitas estão relacionadas a atos de gestão e movimentações financeiras realizadas durante uma disputa pela representação legal do instituto.

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A investigação aponta que um ex-dirigente teria realizado operações financeiras mesmo após um acordo homologado judicialmente e uma decisão que restringia sua atuação à frente da entidade.

Entre os indícios analisados estão alterações no estatuto, a disputa interna pelo comando do instituto, acordos judiciais e movimentações patrimoniais destinadas a pessoas físicas e empresas ligadas à administração da época.

Uma das transações investigadas teria movimentado quase R$ 774 mil, com valores destinados a uma conta pessoal e a uma empresa pertencente ao então diretor executivo do instituto.

Outra operação, de R$ 270 mil, teria como destino um escritório de advocacia.

Somadas, as movimentações sob investigação ultrapassam R$ 1 milhão.

Acessos bancários bloqueados

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas e a suspensão ou desativação de credenciais eletrônicas, tokens, certificados digitais, assinaturas eletrônicas e outros mecanismos utilizados pelos investigados para acessar as contas do IMAFIR-MT.

Com a medida, eles ficam impedidos de realizar ou autorizar pagamentos, transferências, Pix, aplicações, resgates e demais operações bancárias em nome da entidade.

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Investigação continua

A Polícia Civil apreendeu documentos, computadores, celulares e registros contábeis que poderão ajudar a esclarecer como foram realizadas as contratações, quem autorizou as operações financeiras e qual foi a destinação dos recursos.

O material será submetido à análise e perícia. A investigação deverá prosseguir até a conclusão do inquérito, quando a Polícia Civil avaliará a existência de elementos suficientes para eventual indiciamento dos envolvidos.

As suspeitas ainda são objeto de investigação, e os investigados têm direito à presunção de inocência.

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