Política MT

Wellington perde liderança e Pivetta aparece na frente em nova pesquisa eleitoral

Publicado em

Uma nova pesquisa do instituto Paraná Pesquisas aponta uma mudança significativa na corrida pelo Governo de Mato Grosso. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece numericamente à frente do senador Wellington Fagundes (PL) tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno.

No cenário estimulado de primeiro turno, Pivetta soma 39% das intenções de voto, enquanto Wellington aparece com 35%. Natasha Slhessarenko (PSD) registra 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Millas (Missão), com 0,3%.

A diferença entre Pivetta e Wellington é de quatro pontos percentuais e está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,6 pontos percentuais.

Virada em oito meses

O resultado chama atenção principalmente quando comparado com o levantamento anterior do mesmo instituto, realizado em dezembro de 2025.

Naquela pesquisa, em um cenário sem Jayme Campos, Wellington Fagundes tinha 43,1%, enquanto Pivetta aparecia com 28,1%. Na época, a vantagem do senador era de 15 pontos percentuais.

Leia Também:  Debate sobre moradia e justiça social marcam sessão especial da Campanha da Fraternidade 2026

Oito meses depois, o cenário se inverteu. Pivetta passou a registrar 39%, enquanto Wellington aparece com 35%.

Segundo turno também mostra mudança

Em uma eventual disputa direta entre Pivetta e Wellington no segundo turno, o governador também aparece numericamente à frente.

Pivetta registra 44,3% das intenções de voto, contra 40,8% de Wellington. A diferença de 3,5 pontos está dentro da margem de erro.

A comparação com dezembro mostra uma mudança ainda mais expressiva. Naquele levantamento, Wellington tinha 48,6%, contra 32,8% de Pivetta, uma vantagem de 15,8 pontos.

Agora, a vantagem passou para o lado de Pivetta, ainda que dentro da margem de erro. Considerando a distância entre os dois candidatos, a diferença entre os cenários representa uma movimentação de 19,3 pontos percentuais em oito meses.

Pivetta também lidera na pesquisa espontânea

Quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Pivetta amplia a vantagem.

O governador é citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington aparece com 8,6%. Natasha registra 2,7%.

Leia Também:  Participantes destacam Prêmio ALMT como espaço de valorização e cidadania

Apesar da vantagem de Pivetta, o cenário espontâneo revela um eleitorado ainda bastante aberto. Ao todo, 65,2% dos entrevistados não souberam responder ou não indicaram espontaneamente um candidato.

Wellington tem maior rejeição

Outro indicador desfavorável ao senador é a rejeição. Wellington Fagundes aparece com 25,7% dos eleitores que afirmam que não votariam nele de jeito nenhum.

Pivetta registra 16,3%, enquanto Natasha aparece com 19,3%.

A diferença de rejeição entre Wellington e Pivetta é de 9,4 pontos percentuais.

Metodologia

O Paraná Pesquisas entrevistou 1.504 eleitores entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,6 pontos percentuais.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-02157/2026.

Advertisement

Política MT

“Quem produz precisa ser ouvido”: Flaviane Ramalho leva defesa do agro para a disputa eleitoral

Published

on

 

 

A defesa do agronegócio, da liberdade econômica e de valores de direita está no centro da campanha de Flaviane Ramalho, candidata a deputada estadual pelo Novo em Mato Grosso. Advogada especialista em Direito Agrário, com mais de 20 anos de atuação ligada ao setor, ela pretende levar à Assembleia Legislativa uma agenda voltada ao fortalecimento de quem produz e à transformação da força econômica do campo em desenvolvimento para todo o Estado.

Flaviane resume sua proposta no conceito “Agro Forte, Mato Grosso Forte”. Para ela, o agronegócio não pode ser analisado apenas pela produção dentro das propriedades rurais, já que movimenta transportadoras, comércio, indústria, tecnologia e uma extensa cadeia de serviços.

“Quando o campo cresce, Mato Grosso inteiro cresce. O produtor não trabalha sozinho. Existe uma cadeia enorme por trás de cada produto que sai de uma propriedade. É emprego, transporte, comércio, indústria e arrecadação”, afirma.

A candidata também defende uma mudança na relação entre o poder público e o setor produtivo. Segundo ela, o Estado precisa criar condições para quem deseja investir e produzir, em vez de ampliar obstáculos burocráticos.

“Precisamos de um Estado que facilite a vida de quem trabalha, produz e gera emprego. Não podemos transformar a burocracia em uma barreira para quem quer investir em Mato Grosso”, diz.

Presença nos principais eventos do agro

A relação de Flaviane com o agronegócio também é marcada pela presença em eventos do setor. Ao longo de sua trajetória, ela tem participado de feiras e exposições que reúnem produtores, empresários e representantes da cadeia produtiva.

Leia Também:  Deputado Diego Guimarães acompanha obras do BRT e sugere teletrabalho para servidores

Entre os eventos estão a Agrishow, em São Paulo, além da Exposul, em Rondonópolis, Exposal, em Sapezal, e Expoagro, em Cuiabá.

“Eu faço questão de estar onde o produtor está. É nesses espaços que conseguimos ouvir diretamente quem está no campo, entender os problemas e também conhecer as novas tecnologias e oportunidades que estão surgindo”, afirma.

Industrializar para gerar mais empregos

Uma das principais propostas apresentadas pela candidata é estimular a industrialização de produtos dentro de Mato Grosso.

Na avaliação de Flaviane, o Estado precisa avançar na transformação da produção primária em produtos com maior valor agregado.

“Não podemos produzir uma riqueza enorme e deixar que grande parte do valor seja gerada longe daqui. Mato Grosso precisa industrializar mais, gerar empregos e fazer essa riqueza circular dentro do próprio Estado”, defende.

Ela também propõe incentivos fiscais vinculados a investimentos e geração de empregos.

Infraestrutura e segurança rural

A infraestrutura aparece como outra prioridade. Flaviane defende fiscalização das rodovias estaduais, acompanhamento das obras e integração entre rodovias, ferrovias e aeroportos regionais.

“Não adianta sermos uma potência na produção se continuarmos perdendo tempo e dinheiro com gargalos de infraestrutura. Precisamos cobrar obras, acompanhar a execução e pensar Mato Grosso de forma integrada”, afirma.

Na segurança pública, a candidata defende mais efetivo, equipamentos e valorização dos profissionais, além de atenção específica às áreas rurais.

“O produtor também precisa ter segurança. Quem vive no campo não pode ficar desassistido simplesmente porque está distante dos grandes centros”, afirma.

Entre as propostas está ainda a criação de um Hospital da Segurança Pública.

Defesa de valores de direita

Flaviane também faz questão de apresentar sua candidatura como uma alternativa de direita. Entre os valores defendidos estão liberdade, família, trabalho, responsabilidade e respeito às instituições.

Leia Também:  Debate sobre moradia e justiça social marcam sessão especial da Campanha da Fraternidade 2026

“Eu sou uma mulher de direita e não tenho receio de defender aquilo em que acredito. Família, liberdade, trabalho e responsabilidade são valores que precisam estar presentes na política”, declara.

Na educação, a candidata defende disciplina, civismo, respeito aos professores e ampliação das escolas militares.

Saúde e tecnologia

Na saúde, Flaviane propõe medidas para reduzir filas e ampliar o atendimento médico e odontológico. O uso da telemedicina também aparece entre as alternativas para regiões onde o atendimento presencial é mais difícil.

A candidata defende ainda a ampliação da conectividade, inclusive por meio de soluções via satélite em áreas sem cobertura adequada.

“Internet hoje também é ferramenta de desenvolvimento. Ela pode levar educação, saúde, informação e oportunidades para quem está distante dos grandes centros”, afirma.

Meta até 2032

O plano apresentado pela candidata estabelece 2032 como horizonte para avaliação dos resultados. Caso seja eleita, Flaviane afirma que pretende transformar as propostas em projetos de lei, emendas, requerimentos e ações de fiscalização.

“Não quero que o plano fique apenas no papel. Quero chegar à Assembleia com metas e cobrar resultados. O mandato precisa ter começo, meio e acompanhamento permanente”, afirma.

Com uma trajetória construída no Direito Agrário e uma presença frequente nos principais eventos do agronegócio, Flaviane Ramalho aposta na combinação entre experiência profissional, defesa do setor produtivo e posicionamento político de direita para conquistar espaço na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA