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A MANDO DE MORAES: Ex-secretário do Maranhão é alvo de busca após ser apontado como fonte de jornalista

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou uma operação de busca e apreensão contra o ex-secretário de Estado do Maranhão Raimundo Cutrim, apontado na decisão como fonte do jornalista Luís Pablo em reportagens envolvendo o ministro Flávio Dino.

A informação foi confirmada pela CNN Brasil com o advogado de Cutrim e pela assessoria do STF. Segundo o tribunal, a medida foi solicitada pela Polícia Federal e contou com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A investigação teve origem em reportagens publicadas pelo jornalista Luís Pablo sobre o suposto uso de veículos oficiais por Flávio Dino e familiares durante o período em que ele ocupava cargos públicos no Maranhão.

De acordo com a decisão, Cutrim teria sido identificado como fonte das informações utilizadas nas reportagens. A determinação de busca e apreensão faz parte das diligências realizadas no curso da investigação.

O caso chama atenção por envolver uma medida judicial direcionada à pessoa apontada como fonte de um jornalista, levantando também discussões sobre a proteção de fontes jornalísticas e os limites da atuação estatal durante investigações.

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A defesa de Raimundo Cutrim ainda deve se manifestar sobre a medida e seus fundamentos.

Fonte: CNN Brasil

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Moraes barra visita dos filhos a Bolsonaro no Dia dos Pais

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para que seus filhos pudessem visitá-lo neste domingo (9), Dia dos Pais. A decisão mantém a restrição de visitas determinada anteriormente pelo magistrado.

A defesa havia solicitado autorização para que Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro encontrassem o pai durante a tarde, em sua residência. O pedido, no entanto, foi rejeitado por Moraes.

Na decisão, o ministro argumentou que a solicitação contraria uma determinação anterior, de 17 de julho, que suspendeu por 30 dias as visitas ao ex-presidente. Pela medida, ficaram autorizados apenas os acessos de profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento médico de Bolsonaro e de seus advogados.

A decisão ocorre em uma data de forte simbolismo familiar e impediu que Bolsonaro recebesse pessoalmente os filhos no Dia dos Pais. A medida também reacende o debate entre aliados do ex-presidente sobre o alcance das restrições determinadas pelo STF.

Restrição após manifestação de Flávio Bolsonaro

Segundo a decisão, o endurecimento das regras ocorreu após a divulgação de uma carta pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O episódio foi considerado por Moraes no contexto das medidas que levaram à suspensão temporária das visitas.

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A defesa de Bolsonaro buscou uma exceção específica para o Dia dos Pais, argumentando pela possibilidade de um encontro familiar. O pedido, porém, não foi acolhido pelo ministro.

Para apoiadores do ex-presidente, a negativa representa mais um episódio das restrições impostas a Bolsonaro e levanta questionamentos sobre a possibilidade de preservação da convivência familiar durante o cumprimento das determinações judiciais.

Do ponto de vista jurídico, contudo, a decisão de Moraes foi fundamentada na existência de uma ordem anterior que estabeleceu a suspensão temporária das visitas, com exceção para profissionais de saúde e advogados.

A restrição permanece válida dentro do prazo estabelecido pelo STF, enquanto o caso de Bolsonaro segue sob análise da Corte.

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