Mato Grosso

Central Estadual de Transplantes realiza primeira captação órgãos do Hospital Metropolitano

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A Central Estadual de Transplantes (CET), unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), fez a primeira captação de múltiplos órgãos no Hospital Metropolitano, em Várzea Grande. Realizada neste sábado (21.3), essa foi a segunda captação de múltiplos órgãos de 2026.

A captação teve início às 14h58 e foi concluída às 17h27, com a retirada de um fígado, dois rins e duas córneas, possibilitando salvar a vida de cinco pacientes.

“Parabéns à equipe da Central Estadual de Transplantes, que atua com dedicação e compromisso para garantir que todo a operação seja realizada com excelência. Esse trabalho só é possível graças ao gesto de solidariedade da família doadora, que transforma dor em esperança”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

As equipes captadoras envolvidas nesta ação foram 100% de Mato Grosso, com profissionais do Hospital São Mateus e do Banco de Olhos de Cuiabá. Após a captação, os órgãos foram encaminhados aos destinos onde estão os receptores.

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A operação contou com o apoio logístico do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer).

“A atuação integrada entre as equipes e instituições envolvidas é essencial para o sucesso de cada captação. Agradecemos a todos os parceiros e, especialmente, à família doadora, pelo gesto nobre de salvar vidas”, ressaltou a secretária adjunta do Complexo Regulador da SES, Fabiana Bardi.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Anita Ricarda da Silva, o resultado reforça o comprometimento dos profissionais com a vida.

“Essa foi mais uma força-tarefa que demonstra a importância da doação de órgãos. Cada doação representa uma nova chance para quem aguarda na fila. É fundamental que a sociedade se conscientize sobre esse ato de amor e solidariedade”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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