POLÍTICA NACIONAL

Rodrigues cobra ações do Estado para ampliar proteção a pessoas com autismo

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O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) defendeu, em pronunciamento nesta quarta-feira (25), a criação de políticas públicas para reduzir a morte precoce de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para ele, é urgente a criação de ações específicas, que devem levar em consideração o acesso aos serviços públicos, sobrecarga de cuidadores e o combate à desinformação e preconceito. 

— Pessoas com autismo apresentam expectativa de vida significativamente inferior à média da população geral. Pesquisas realizadas na Europa e na América do Norte indicam redução que pode variar de 15 a 20 anos, especialmente entre aqueles com maiores necessidades de suporte, dificuldade severa de comunicação ou deficiência intelectual associada. As principais causas de mortalidade precoce incluem acidentes, muitas vezes domésticos, ou fuga de ambientes seguros, condições médicas associadas não diagnosticadas adequadamente, além de transtornos mentais, como depressão e ansiedade — ressaltou.  

O parlamentar também destacou estudos sobre sobrecarga de cuidadores e sofrimento psíquico entre mulheres, especialmente de mães solo que acumulam as funções de cuidadora, provedora e gestora de tratamento terapêutico. Segundo Rodrigues, famílias encontram dificuldades para conseguir acompanhamento contínuo, terapias especializadas e suporte interdisciplinar. Apesar de apontar os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) como referência no atendimento em saúde mental, o senador enfatizou os problemas com as filas de espera, déficit de profissionais e alta demanda. 

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Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Cancelada sessão do Congresso desta quinta

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Por falta de acordo entre as lideranças, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou a sessão do Congresso agendada para esta quinta-feira (18).

A sessão havia sido agendada há 30 dias para analisar dezenas de vetos presidenciais pendentes de apreciação, além de projetos de lei nos quais o Executivo pede ao Congresso autorização para destinar créditos adicionais a órgãos públicos dentro do Orçamento de 2026.

Davi explicou, em entrevista, que tentou reduzir a pauta. Aguardam análise dos congressistas cerca de 90 vetos, com 924 dispositivos e 11 PLNs. Mesmo com a redução da quantidade de itens a serem votados, não houve acordo para a votação no dia de hoje.

— Uma sessão do Congresso onde se tem praticamente 90 vetos que precisam ser apreciados, e esses 90 vetos trazem 924 dispositivos… É muito trabalhoso para o governo, para as lideranças políticas e para as assessorias, levantar o que é preciso [para] construir em acordo. Para que a cédula de votação possa ter um acordo que atenda o governo, com os vetos prioritários para sua manutenção, e para os vetos prioritários que atendam ao Congresso para suas derrubadas — disse.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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