A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) liberou o trânsito na alça de descida da Avenida Miguel Sutil para a Avenida do CPA, próximo à lanchonete do McDonald’s, na região do Bosque da Saúde, em Cuiabá.
O tráfego nesta alça estava interrompido pela execução das obras do Complexo Leblon. No local, foi construído um pequeno elevado sobre essa alça, para permitir que motoristas que estão dentro da Trincheira Jurumirim possam, quando toda a obra for concluída, acessar a Avenida do CPA.
Por enquanto, esta descida está liberada apenas para quem está na parte superior da trincheira, que agora não precisa mais entrar no desvio dentro do Bosque da Saúde para acessar a Avenida do CPA.
A liberação foi possível depois da conclusão de serviços de contenção e drenagem que eram executados na via.
Cruzamento
Há também um novo retorno na Avenida do CPA disponível justamente na Rua das Orquídeas, via ao lado da lanchonete McDonald’s, que estava sendo utilizada como rota alternativa. Este retorno é feito com a laçada da quadra, sistema adotado para liberar o canteiro central para o transporte público.
Motoristas que estão na Avenida do CPA, sentido Centro–Bairro, que queiram mudar de pista deverão entrar na Rua da Cereja (esquina do Posto Shell), virar na primeira à direita (Rua José de Lacerda Cintra) e novamente à direita na Rua das Orquídeas para poder fazer o retorno.
A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.
Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.
Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.
Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.
Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.
A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.
As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.
Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.
O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.
“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.AceitarLeia nossa política de privacidade
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.AceitarLeia nossa política de privacidade