Agronegócio

Prazo final para entrega da DITR 2025 termina nesta terça-feira

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Produtores rurais têm até as 23h59 desta terça-feira (30.09), horário de Brasília, para enviar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2025 à Receita Federal. A obrigação vale tanto para pessoas físicas quanto jurídicas que sejam proprietárias de imóveis rurais — com exceção de áreas imunes ou isentas.

A exigência também se aplica a imóveis em copropriedade, incluindo casos de usufruto, e para aqueles que tenham sido vendidos ou repassados ao longo de 2025. Ou seja, mesmo quem deixou de ser dono do terreno durante o ano precisa declarar.

Neste ano, a Receita trouxe uma novidade: além do já tradicional Programa ITR 2025, que pode ser baixado no computador, os contribuintes passaram a contar com a opção de preencher e enviar a declaração diretamente pelo site oficial, no serviço “Minhas Declarações do ITR”. Em ambos os casos, o acesso exige conta gov.br com nível prata ou ouro.

Uma vez concluído o preenchimento, o próprio sistema gera o Documento de Arrecadação (DARF) para pagamento do imposto. O valor pode ser parcelado em até quatro vezes, desde que nenhuma parcela seja inferior a R$ 50. Quando o total devido for menor que R$ 100, o pagamento deve ser feito em parcela única.

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A primeira parcela ou a cota única vencem no mesmo prazo da entrega da declaração, ou seja, até 30 de setembro. O produtor pode quitar o imposto via transferência eletrônica, boleto/DARF ou Pix por QR Code.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Exportações de carne de frango avançam, enquanto suínos perdem força

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A carne de frango puxou o desempenho das exportações brasileiras de proteínas animais na primeira quinzena de junho, com crescimento das receitas, do volume embarcado e dos preços médios. Na contramão, a carne suína registrou recuo no faturamento e nas cotações, enquanto o pescado avançou em valor exportado, mesmo com leve redução nos embarques.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a receita média diária das exportações de carne de frango chegou a R$ 251,3 milhões, alta de 78,9% em relação ao mesmo período de junho do ano passado. O faturamento acumulado na parcial do mês alcançou R$ 2,26 bilhões.

Os embarques de carne de aves somaram 226,98 mil toneladas até a segunda semana de junho. A média diária de 25,22 mil toneladas representa avanço de 61,2% sobre igual período de 2025. O desempenho foi acompanhado pela valorização dos preços internacionais, que subiram 10,9%.

Já a carne suína apresentou perda de ritmo. A receita média diária ficou em R$ 75,4 milhões, abaixo dos R$ 80,1 milhões registrados um ano antes. O faturamento acumulado chegou a R$ 679,5 milhões.

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Os embarques de carne suína totalizaram 54,71 mil toneladas, praticamente estáveis em relação ao mesmo período do ano passado. O principal fator para a retração das receitas foi a queda de 5,4% nos preços médios do produto no mercado internacional.

No segmento de pescado, a receita média diária avançou para R$ 1,12 milhão, levando o faturamento acumulado da primeira quinzena de junho a R$ 10,1 milhões. Embora os volumes exportados tenham recuado 1,1%, a valorização de 6,4% no preço médio garantiu resultado positivo para o setor.

Os números da Secex indicam que a demanda internacional segue sustentando as exportações brasileiras de proteínas animais, especialmente no segmento de carne de frango, que reúne aumento dos embarques e preços mais elevados. Já a carne suína enfrenta um cenário mais pressionado, enquanto o pescado mantém ganhos apoiados pela valorização do produto.

Fonte: Pensar Agro

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