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eis de autoria do deputado Juca do Guaraná reforçam compromisso da ALMT com a saúde pública

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A saúde pública tem sido uma das principais bandeiras defendidas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) pelo deputado Juca do Guaraná (MDB). Por meio de sua atuação parlamentar, três leis já sancionadas, originadas de proposições de sua autoria, contribuem diretamente para ampliar o acesso, o cuidado e a valorização dos cidadãos, fortalecendo o compromisso do Legislativo com um sistema de saúde mais justo e eficiente para a população mato-grossense.

“A saúde é prioridade no meu mandato. Trabalho com seriedade para entregar resultados concretos que melhorem a vida das pessoas em todas as regiões de Mato Grosso”, afirmou o parlamentar.

Entre as conquistas está a Lei nº 12.347/23, que proíbe planos e seguros de saúde privados de limitarem os tratamentos prescritos por profissionais devidamente habilitados. Com isso, procedimentos indicados por médicos não podem mais ser negados ou restringidos pelas operadoras, assegurando que o paciente receba o cuidado necessário. “Nenhum plano de saúde pode se sobrepor à indicação médica. Essa lei protege o cidadão contra abusos e garante que ele receba o tratamento necessário, sem interferência burocrática”, reforçou o parlamentar.

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Outra medida importante é a Lei nº 12.389/23, que regulamenta o uso da telemedicina no estado. A norma autoriza atendimentos médicos a distância tanto na rede pública quanto privada, como forma complementar às consultas presenciais. A proposta é especialmente importante para moradores de regiões afastadas, além de contribuir para a redução de filas e permitir o acompanhamento contínuo de pacientes com doenças crônicas. “Essa lei é um avanço na democratização do acesso à saúde. A tecnologia está a serviço da vida e pode encurtar distâncias, conectar pacientes e salvar vidas”, destacou Juca.

A terceira iniciativa de destaque é a Lei nº 12.849/24, que valoriza os doadores de sangue. Com a nova legislação, esses cidadãos têm o direito de acessar gratuitamente os exames realizados durante a doação, tanto em formato físico quanto digital, por até 180 dias. “Quem doa sangue está ajudando a salvar vidas. É mais do que justo que essas pessoas tenham acesso facilitado aos exames como forma de cuidado e respeito”, concluiu o deputado.

As três leis já estão em vigor e fazem parte de um conjunto de ações que Juca do Guaraná tem desenvolvido com foco em garantir uma saúde mais acessível, humana e eficiente para toda a população mato-grossense.

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Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso é a Petrobrás do campo’, afirma senador Fávaro

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“As indústrias de etanol de milho vão transformar Mato Grosso na Petrobrás do campo”, a afirmação do senador Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição, faz referência à destinação do milho à fabricação de etanol e coprodutos, entre eles os Grãos Secos de Destilaria (DDGs), utilizados principalmente na alimentação animal. Nos últimos cinco anos, o volume de milho processado pela indústria mais que dobrou, passando de 6,85 milhões de toneladas, na safra 2021/2022, para uma projeção de16,5 milhões de toneladas no ciclo 2026/2027.

Para o senador Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição e que esteve à frente do Ministério da Agricultura entre 2023 e 2026, esse crescimento está diretamente ligado à criação de um ambiente favorável à industrialização da produção agropecuária e às políticas de incentivo aos combustíveis renováveis.

“O Governo Lula viabilizou esse crescimento com políticas de estímulo aos biocombustíveis e de abertura de mercados. Um exemplo é o aumento da mistura de etanol na gasolina, uma ação que contribui para a descarbonização da mobilidade, fortalece a indústria instalada em Mato Grosso e cria uma demanda permanente para a produção dos nossos agricultores”, afirmou o senador Carlos Fávaro.

Com o avanço da industrialização, Mato Grosso se tornou o segundo maior produtor de etanol, atrás somente de São Paulo. Entre 2022 e 2026, o volume produzido no estado passou de 3,4 milhões de metros cúbicos para 7,7 milhões de metros cúbicos na safra 2026/2027, de acordo com a Federação das Indústrias de Mato Grosso.

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O primeiro suplente de Carlos Fávaro na candidatura ao senado, o produtor rural Alexandre Schenkel, destaca os efeitos da industrialização do campo, sobretudo para a produção de etanol. “A cadeia dos biocombustíveis é o exemplo perfeito de economia circular no agro: do processamento dos grãos, extraímos a energia limpa para mover o Brasil com menor emissão de poluentes, enquanto os coprodutos ricos em proteína viram alimento de alta qualidade para os animais, conquistando espaço nos mercados abertos pelo senador Carlos Fávaro”, destaca Schenkel.

De Mato Grosso para o mundo – Enquanto a maior parte do etanol produzido em Mato Grosso abastece o mercado brasileiro, os DDGs vêm conquistando espaço no exterior. Nos últimos anos, o Ministério da Agricultura, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, abriu quase 30 novos mercados para o produto. Atualmente, os DDGs brasileiros chegam a 44 países.

A abertura de mercados para os produtos do agronegócio foi uma das principais frentes de atuação de Fávaro durante sua passagem pelo Ministério da Agricultura, entre 2023 e 2026. A estratégia buscou diversificar os destinos das exportações brasileiras e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades para produtos de maior valor agregado.

“Esta é a industrialização possível e viável para Mato Grosso: verticalizar aquilo que já produzimos com eficiência. Hoje podemos dizer que temos uma Petrobras no campo, produzindo energia limpa, contribuindo para a descarbonização da mobilidade e gerando emprego e renda”, afirma o senador.

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Sustentabilidade – O avanço da industrialização ocorre em paralelo ao crescimento da produção de milho em Mato Grosso. Na safra 2021/2022, o estado produziu cerca de 35 milhões de toneladas do grão. Para o ciclo atual, a projeção supera 57 milhões de toneladas, o equivalente a aproximadamente 40% da produção brasileira.

O crescimento é resultado principalmente do aumento da produtividade e da consolidação da segunda safra, permitindo ampliar a oferta de matéria-prima para as biorrefinarias sem uma expansão proporcional da área agrícola.

Atualmente, Mato Grosso possui 14 biorrefinarias em operação, além de novos projetos previstos para os próximos anos. A expansão aumenta a capacidade de absorção da produção estadual, reduz a dependência da exportação do milho in natura e fortalece uma cadeia que conecta agricultura, indústria, pecuária e produção de energia renovável.

Para Fávaro, esse modelo mostra como a produção agropecuária pode participar diretamente da transição para uma economia de baixo carbono.

“Quando agregamos valor ao milho dentro de Mato Grosso, criamos oportunidades em toda a cadeia. O produtor ganha mercado e previsibilidade, a indústria gera empregos, a pecuária recebe uma nova fonte de proteína e o Brasil amplia a oferta de combustível renovável. É desenvolvimento econômico aliado à sustentabilidade”, conclui

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