Mato Grosso

Trecho da Miguel Sutil será totalmente interditado no sábado e no domingo (23 e 24)

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito na Avenida Miguel Sutil será totalmente bloqueado no próximo sábado e domingo (23 e 24 de agosto) para a continuidade das obras de implantação do Complexo Viário do Leblon.

O trecho que será bloqueado fica em frente à Todimo Lar Center, onde está sendo construída uma nova passagem de nível. A interdição é necessária para que seja feito o lançamento das vigas de concreto no local.

Desde o início das obras, o trânsito no local está liberado em apenas uma das pistas da Avenida Miguel Sutil. No entanto, o lançamento das vigas exige o bloqueio total da pista, para que o posicionamento do guindaste e dos caminhões que farão o lançamento.

O serviço será realizado durante o fim de semana, justamente para diminuir o impacto sobre o trânsito na região. A previsão é que o tráfego seja liberado ainda no domingo, podendo esta liberação ser antecipada caso os serviços sejam concluídos com antecedência.

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Durante a interdição, o trânsito será desviado ainda antes do viaduto sobre a Avenida do CPA, na pista sentido Coxipó – Rodoviária. A alça ao lado do Global Garden será temporariamente liberada para que os motoristas possam acessar a Avenida do CPA, mas também será possível acessar a Rua das Esmeraldas.

Quem está na Avenida do CPA e deseja acessar a Miguel Sutil no sentido da Rodoviária, deverá pegar o desvio pela Rua Guilherme Victorino e seguir por trás da Todimo Lar Center até a Rua Oriente Tenuta.

Já na pista sentido Rodoviária – Coxipó, o desvio será feito por dentro do bairro Araés até a Avenida do CPA. A orientação da Sinfra-MT é para que o local seja evitado, se possível, durante o período da interdição.

O lançamento das vigas é mais uma etapa para as obras no local. Por cima das vigas é que serão construídas as pistas da nova passagem de nível. Após a conclusão desta etapa, o trânsito será desviado para o outro lado da Miguel Sutil, para a continuação das obras na pista que atualmente está liberada.

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A passagem de nível que está sendo construída no local irá permitir o retorno por baixo da Avenida Miguel Sutil. A nova passagem também impactará o tráfego na Avenida do CPA, já que o retorno atualmente existente em frente ao Hotel Taiamã será desativado e substituído por essa nova conexão subterrânea.

O Complexo Viário do Leblon envolve uma série de intervenções no entorno da Trincheira Jurumirim, incluindo uma nova trincheira, um novo elevado e melhorias nas estruturas já existentes, com o objetivo de resolver gargalos do trânsito local.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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