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Wilson Santos prestigia entrega de títulos de regularização fundiária em Nobres

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Após mais de quatro décadas de espera, centenas de moradores da Vila Bom Jardim e da comunidade Roda D’Água, em Nobres, receberam, nesta quinta-feira (7), os títulos definitivos de regularização fundiária de suas terras. O marco foi oficializado no Centro de Eventos Roda D´água, por meio de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) e a Prefeitura Municipal.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD) prestigiou o evento e parabenizou todos os envolvidos pelo avanço, que, em sua avaliação, vai garantir segurança jurídica e dignidade às famílias da região.

O parlamentar salientou que esta é a primeira etapa das entregas, em que foram disponibilizados cerca de 50 títulos – tanto para áreas rurais como urbanas. “Ainda haverá outras etapas que vão beneficiar mais de 800 famílias. Este é um momento histórico e de grande importância para o município de Nobres. Parabenizo o prefeito Zé Domingos, que possui uma vasta experiência na política, bem articulado e com influência política para contribuir com o desenvolvimento do município”, afirmou.

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Na oportunidade, Wilson anunciou a destinação de emenda parlamentar no valor de R$ 300 mil para fortalecer a agricultura familiar e impulsionar a economia local. O recurso será utilizado na realização do Festival do Queijo, que acontecerá em setembro, no distrito de Roda D’Água, bem como cursos de capacitação para a produção de derivados de leite.

O prefeito de Nobres, José Domingos Fraga (União), destacou que a entrega dos títulos não gerou custos para o município. “Estamos assinando o Termo de Cooperação Técnica, com custo zero para a gestão municipal e para nossos pequenos produtores rurais. Essa é uma nova era para que nossos agricultores se sintam mais cidadãos e com mais orgulho. Assim, vão conseguir linhas de crédito para alavancar a sua atividade econômica e garantir a segurança alimentar para toda a população mato-grossense”, destacou o prefeito.

O evento também contou com a presença do primeiro secretário da Assembleia Legislativa e deputado estadual, Dr. João (MDB), vereadores e secretários municipais, representantes do Incra e Intermat.

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso é a Petrobrás do campo’, afirma senador Fávaro

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“As indústrias de etanol de milho vão transformar Mato Grosso na Petrobrás do campo”, a afirmação do senador Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição, faz referência à destinação do milho à fabricação de etanol e coprodutos, entre eles os Grãos Secos de Destilaria (DDGs), utilizados principalmente na alimentação animal. Nos últimos cinco anos, o volume de milho processado pela indústria mais que dobrou, passando de 6,85 milhões de toneladas, na safra 2021/2022, para uma projeção de16,5 milhões de toneladas no ciclo 2026/2027.

Para o senador Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição e que esteve à frente do Ministério da Agricultura entre 2023 e 2026, esse crescimento está diretamente ligado à criação de um ambiente favorável à industrialização da produção agropecuária e às políticas de incentivo aos combustíveis renováveis.

“O Governo Lula viabilizou esse crescimento com políticas de estímulo aos biocombustíveis e de abertura de mercados. Um exemplo é o aumento da mistura de etanol na gasolina, uma ação que contribui para a descarbonização da mobilidade, fortalece a indústria instalada em Mato Grosso e cria uma demanda permanente para a produção dos nossos agricultores”, afirmou o senador Carlos Fávaro.

Com o avanço da industrialização, Mato Grosso se tornou o segundo maior produtor de etanol, atrás somente de São Paulo. Entre 2022 e 2026, o volume produzido no estado passou de 3,4 milhões de metros cúbicos para 7,7 milhões de metros cúbicos na safra 2026/2027, de acordo com a Federação das Indústrias de Mato Grosso.

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O primeiro suplente de Carlos Fávaro na candidatura ao senado, o produtor rural Alexandre Schenkel, destaca os efeitos da industrialização do campo, sobretudo para a produção de etanol. “A cadeia dos biocombustíveis é o exemplo perfeito de economia circular no agro: do processamento dos grãos, extraímos a energia limpa para mover o Brasil com menor emissão de poluentes, enquanto os coprodutos ricos em proteína viram alimento de alta qualidade para os animais, conquistando espaço nos mercados abertos pelo senador Carlos Fávaro”, destaca Schenkel.

De Mato Grosso para o mundo – Enquanto a maior parte do etanol produzido em Mato Grosso abastece o mercado brasileiro, os DDGs vêm conquistando espaço no exterior. Nos últimos anos, o Ministério da Agricultura, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, abriu quase 30 novos mercados para o produto. Atualmente, os DDGs brasileiros chegam a 44 países.

A abertura de mercados para os produtos do agronegócio foi uma das principais frentes de atuação de Fávaro durante sua passagem pelo Ministério da Agricultura, entre 2023 e 2026. A estratégia buscou diversificar os destinos das exportações brasileiras e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades para produtos de maior valor agregado.

“Esta é a industrialização possível e viável para Mato Grosso: verticalizar aquilo que já produzimos com eficiência. Hoje podemos dizer que temos uma Petrobras no campo, produzindo energia limpa, contribuindo para a descarbonização da mobilidade e gerando emprego e renda”, afirma o senador.

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Sustentabilidade – O avanço da industrialização ocorre em paralelo ao crescimento da produção de milho em Mato Grosso. Na safra 2021/2022, o estado produziu cerca de 35 milhões de toneladas do grão. Para o ciclo atual, a projeção supera 57 milhões de toneladas, o equivalente a aproximadamente 40% da produção brasileira.

O crescimento é resultado principalmente do aumento da produtividade e da consolidação da segunda safra, permitindo ampliar a oferta de matéria-prima para as biorrefinarias sem uma expansão proporcional da área agrícola.

Atualmente, Mato Grosso possui 14 biorrefinarias em operação, além de novos projetos previstos para os próximos anos. A expansão aumenta a capacidade de absorção da produção estadual, reduz a dependência da exportação do milho in natura e fortalece uma cadeia que conecta agricultura, indústria, pecuária e produção de energia renovável.

Para Fávaro, esse modelo mostra como a produção agropecuária pode participar diretamente da transição para uma economia de baixo carbono.

“Quando agregamos valor ao milho dentro de Mato Grosso, criamos oportunidades em toda a cadeia. O produtor ganha mercado e previsibilidade, a indústria gera empregos, a pecuária recebe uma nova fonte de proteína e o Brasil amplia a oferta de combustível renovável. É desenvolvimento econômico aliado à sustentabilidade”, conclui

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