O Governo de Mato Grosso propôs que o Hospital Central, localizado em Cuiabá, seja administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, considerado o melhor do país. Esse modelo de gestão poderá gerar uma economia de até R$ 46,8 milhões por ano aos cofres do Estado.
Para a efetivação do contrato, o Governo encaminhou, na última quarta-feira (9.4), um Projeto de Lei que deve ser votado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A Casa de Leis já determinou regime de urgência para a tramitação do projeto.
Conforme explica o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, o Hospital Central terá o custo total de R$ 34,9 milhões mensais para funcionar em sua capacidade máxima, mas custará ao Estado cerca de R$ 24 milhões por mês, porque está previsto um incremento de R$ 10 milhões mensais do Ministério da Saúde pela habilitação de serviços.
“Hoje gastamos cerca de R$ 28 milhões por mês com serviços do Hospital Estadual Santa Casa, do Tratamento Fora de Domicílio e de judicializações. Considerando que o Hospital Central vai absorver grande parte desses serviços e que estimamos um faturamento de R$ 10,6 milhões vindo do Ministério da Saúde, esse hospital gigante custará R$ 24 milhões ao Estado por mês, cerca de R$ 3,9 milhões a menos do que já gastamos hoje mensalmente”, explicou o gestor.
De acordo com Figueiredo, a economia se deve principalmente ao fato de que o Hospital Central absorverá grande parte das demandas de alta complexidade existentes, que são onerosas para o Estado. Além disso, os leitos do novo hospital atenderão aos requisitos para habilitação junto ao Ministério da Saúde, que pode contribuir financeiramente para a manutenção dos serviços.
“Hoje recebemos poucos recursos do Ministério da Saúde para a manutenção do Hospital Estadual Santa Casa, sobretudo pelas limitações e características físicas da estrutura, que é centenária. Já o Hospital Central foi pensado para atender às exigências do Ministério da Saúde e deverá retornar ao Estado cerca de R$ 10,6 milhões em faturamento”, disse.
Sobre o Hospital Central
A construção do Hospital Central ficou inacabada por 34 anos, mas foi retomada e reformulada pela atual gestão e já está 98% concluída. No novo projeto, a estrutura hospitalar foi ampliada em 23 mil ², totalizando 32 mil m² de área construída. Em sua capacidade máxima, a unidade contará com 180 enfermarias, 11 isolamentos, 96 leitos intensivos e 10 salas cirúrgicas.
Além de disponibilizar cirurgia robótica, o hospital ofertará 15 especialidades médicas, como cirurgia vascular, cardiovascular, neurocirurgia, urologia, cirurgia geral pediátrica, cirurgia geral e aparelho digestivo, ginecologia, mastologia e cirurgia plástica reparadora.
Dentre os diferenciais do Hospital Central, está a oferta de residências médicas em até 11 especialidades e a disponibilização de heliponto para as transferências de urgência.
O Governo de Mato Grosso realizou obras para asfaltar rodovias em todas as regiões do Estado. São obras que eram há muito tempo aguardadas pela população, que garantiram a chegada do asfalto até os municípios e criaram novas rotas de deslocamento.
Na região de Sinop, maior produtora agrícola de Mato Grosso, foram 1.128,57 quilômetros de rodovias asfaltadas. Entre as obras está a MT-422, que liga Santa Carmem a União do Sul, garantindo uma nova ligação entre os municípios e facilitando o deslocamento até a BR-163.
Já na região da Baixada Cuiabana, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) construiu 671 quilômetros de asfalto. As obras beneficiam municípios como Santo Antônio do Leverger e seus distritos, que passaram a ter um acesso direto à BR-163 pela Agrovila das Palmeiras.
Algumas obras eram aguardadas há décadas pela população, como é o caso da MT-100, na região do Araguaia. A rodovia que liga Alto Araguaia a Barra do Garças chegou a ser anunciada no início dos anos 1990, mas só foi entregue definitivamente em 2022. Além dessa obra, a região de Barra do Garças recebeu 590 km de asfalto novo.
No município de Rondonópolis, o Governo asfaltou três rodovias que, há mais de uma década, também estavam apenas no campo das promessas. Mas a Sinfra iniciou e entregou as obras para asfaltar 100 km das estradas até as comunidades do Naboreiro, Miau e Assentamento Carimã. No total, foram 365 km de asfalto novo na região sul.
“Até o fim do ano, o Governo de Mato Grosso vai chegar a 7 mil km de asfalto novo. É um ganho enorme para a população, que pode se locomover com mais segurança. São obras que melhoram a vida das pessoas”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Em alguns casos, as obras garantem o acesso de municípios ao restante da malha rodoviária do Estado. É o caso da MT-206, que levou o asfalto até o município de Apiacás, no extremo norte de Mato Grosso. Já na região central, o Governo asfaltou a MT-129 e levou o asfalto até Gaúcha do Norte.
As obras também criaram ligações entre regiões que antes estavam isoladas. É o caso da MT-020, que liga Paranatinga a Canarana, facilitando o deslocamento do Norte Araguaia a Cuiabá. Da mesma forma, o governo garantiu a ligação entre as regiões de Cáceres e Tangará da Serra com o asfalto novo na MT-343 e na MT-339.
“Não há uma região de Mato Grosso que não tenha obras do Governo do Estado. Se formos lá na região do Xingu, nós vamos ver as obras que ligaram Santa Terezinha à BR-158. Estamos fazendo a MT-100 para ligar a São Félix do Araguaia. Este é um Governo que realiza obras em todos os municípios, seja nos grandes ou seja nos pequenos”, conclui o secretário Marcelo.
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