Mato Grosso

Escola Estadual Liceu Cuiabano passará por restauração; aulas continuarão na unidade

Publicado em

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai restaurar o prédio da Escola Estadual Liceu Cuiabano Maria de Arruda Muller, tombado como patrimônio histórico, no Centro de Cuiabá. O investimento do Governo de Mato Grosso é de cerca de R$ 11 milhões.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, observou que o Liceu Cuiabano tem 145 anos e, por isso, precisa passar pela restauração.

“A infraestrutura do Liceu é muito antiga, há problemas graves na cobertura e na parte elétrica, até já tivemos princípios de incêndio na escola. Então, essa situação está com dia e hora contados para acabar. A Seduc trabalhou um ano nesse projeto com a participação do diretor Lucas Vaz e do Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar (CDCE)”, disse, explicando ainda que os engenheiros da Seduc elaboraram o projeto de restauração respeitando as regras e as normas que garantam a continuidade das características do prédio.

A previsão é de que as obras no prédio tenham duração de dois anos, sendo executada por etapas, começando pela quadra poliesportiva e pelo anfiteatro, para não prejudicar as aulas e a continuidade do calendário escolar dos alunos matriculados na unidade.

Leia Também:  Sesp intensifica combate às facções criminosas com a Operação Território Livre

“Quero deixar os pais tranquilos de que a escola vai permanecer aberta e a restauração vai acontecer com os alunos e os professores na escola”, destacou o diretor do Liceu Cuiabano, Lucas Vaz.

As outras opções seriam alugar um prédio para transferência da escola durante as obras, ou a possibilidade de os estudantes e servidores da unidade serem alocados em escolas próximas ou de acordo com a escolha de cada um.

Michel Alvim/Secom-MT

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

Published

on

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

Leia Também:  Sejus participa de encontro sobre governança dos Comitês de Políticas Penais no Brasil

No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

Leia Também:  Programa reúne 300 estudantes da rede pública em atividades sobre democracia e cidadania

Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA