O fluxo de veículos nas estradas e rodovias aumenta no feriado prolongado de Carnaval e, com isso, a atenção no trânsito deve ser redobrada. Também são importantes os cuidados com o veículo e a documentação. Com isso, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) dá algumas orientações para manter a segurança no trânsito e ter um feriado tranquilo.
Não dirigir sob efeito de álcool e demais substâncias psicoativas é sempre o alerta mais importante, uma vez que tal combinação é um dos fatores que mais provoca acidentes, muitas vezes, com vítima fatal.
“O uso de álcool e demais substâncias alteram os reflexos, a coordenação motora do condutor colocando em risco o trânsito como um todo. Esse é sempre um alerta importante, especialmente nesse período festivo de carnaval, quando a ingestão de bebida alcoólica aumenta”, destacou a coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran-MT, Gresiella Almeida.
Todos os ocupantes do veículo devem usar o cinto de segurança. Além de ser um dispositivo de uso obrigatório, em casos de acidente, o cinto ajuda a resguardar a vida do condutor e demais ocupantes do veículo.
Também é essencial não falar/manusear o celular enquanto dirige e usar os dispositivos de retenção adequado para cada faixa etária das crianças, como bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação.
O respeito ao limite de velocidade, a sinalização da via e fazer a ultrapassagem com segurança são fundamentais para transitar com tranquilidade. A segurança da viagem também envolve os cuidados com o veículo. Antes de pegar a estrada, é importante verificar as condições dos pneus, calibragem e balanceamento, os freios, o funcionamento dos faróis e dos parabrisas.
Documentação do veículo
O Detran-MT alerta ainda para que os condutores se atentem quanto a documentação do veículo, como o licenciamento, para evitar possíveis transtornos em abordagens de fiscalização. Para que o veículo esteja licenciado, todos os débitos como IPVA, taxa de Licenciamento, multas devem estar pagos.
“Durante o trajeto, ao visualizar uma barreira de fiscalização de trânsito, o condutor deve manter a calma, reduzir a velocidade e ligar a luz interna do veículo, para facilitar a fiscalização pelos agentes da autoridade de trânsito”, falou a coordenadora de Fiscalização de Trânsito do Detran-MT, Kelli Lopes Felix.
Fique atento ao fluxo de pedestres, pois o risco de atropelamento aumenta neste período de carnaval;
Usar o GPS somente no suporte do veículo e programá-lo antes de colocar o carro em movimento;
Acender os faróis do veículo se for trafegar em rodovias, mesmo durante o dia;
Se for transportar animais, estes deverão estar acondicionado em caixas de transporte ou com guia que os prendam ao sistema do cinto de segurança;
Ao dirigir, utilizar sempre calçados firmes nos pés;
Se for trafegar em motocicletas, utilizar sempre o capacete e não transportar crianças menores de 10 anos ou que não tenham capacidade de cuidar da sua própria segurança;
Não conduzir veículo com excesso de passageiros ou de carga, pois prejudica a visão do motorista e a estabilidade do veículo, sendo um risco à segurança de todos os ocupantes.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que a vacina contra a meningite do tipo B não integra o calendário nacional de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, não é ofertada pelo Ministério da Saúde.
A vacina meningocócica B passou por análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, a Conitec, mas a recomendação final foi pela não incorporação do imunizante ao sistema público. Em abril de 2026, o Ministério da Saúde publicou portaria oficializando a decisão.
Atualmente, a rede pública oferta os imunizantes meningocócica C e a meningocócica ACWY, que protegem crianças e adolescentes contra a forma grave da doença e ajudam a reduzir complicações e óbitos.
Além dessas vacinas específicas, o SUS também oferta a pneumocócica 10-valente e a pentavalente, que podem prevenir contra alguns tipos de meningite.
“É preciso combater a desinformação e deixar claro que o SUS não oferta a vacina contra meningite tipo B, nem que o Estado solicite, porque esse imunizante ainda não foi incorporado pelo Ministério da Saúde. Neste momento, a melhor estratégia é continuar incentivando a população a manter a vacinação dos outros tipos em dia”, alertou a secretária adjunta de Vigilância e Atenção à Saúde da SES, Alessandra Moraes.
A vacina meningocócica C é aplicada em crianças aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses. Já a vacina meningocócica ACWY é destinada a adolescentes de 11 a 14 anos.
Conforme o painel de coberturas vacinais do Ministério da Saúde, Mato Grosso registra 93% de cobertura vacinal pela meningocócica C, 93% da pentavalente e 94% da pneumo10. “A vacinação é uma das principais formas de prevenção contra casos graves de meningite. É fundamental que pais e responsáveis mantenham a caderneta de vacinação atualizada”, acrescentou Alessandra.
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes infecciosos. As formas bacterianas são consideradas as mais graves e podem evoluir rapidamente.
Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência e, em alguns casos, manchas avermelhadas pelo corpo. Ao apresentar sinais suspeitos, a orientação é buscar atendimento médico imediatamente.
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