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Valdir Barranco pede mais transparência sobre investimentos em habitação no Estado

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O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou, na última quarta-feira (5), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Requerimento nº 33/2025, solicitando mais transparência do governo do estado sobre as políticas habitacionais em andamento. O documento, encaminhado ao governador Mauro Mendes (União), busca informações detalhadas sobre as unidades habitacionais do programa federal “Minha Casa Minha Vida” em construção e o grau de participação do governo estadual nesses projetos.

Entre os questionamentos, Barranco quer saber quantas unidades do programa federal estão em andamento, qual o valor total da contrapartida do Estado nessas construções e detalhes sobre a execução do programa estadual “Ser Família Habitação”. Para o deputado, é essencial esclarecer a origem dos recursos e garantir que a população tenha acesso a informações claras e precisas.

“Queremos saber exatamente qual é a participação do Governo do Estado nos programas habitacionais e garantir que os investimentos sejam divulgados de forma transparente”, afirmou Barranco. “O ‘Ser Família Habitação’ tem sido amplamente divulgado, mas muitos recursos vêm do programa federal ‘Minha Casa Minha Vida’, e isso precisa ser reconhecido.”

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A iniciativa do deputado busca garantir que a população tenha acesso a dados concretos sobre os investimentos na área e evitar dúvidas sobre a origem dos recursos. “Nosso objetivo é assegurar que os cidadãos saibam como estão sendo aplicados os recursos públicos e se há, de fato, um compromisso real com a habitação popular”, destacou Barranco.

O déficit habitacional em Mato Grosso tem sido um desafio nos últimos anos, e a demanda por moradias acessíveis continua crescendo. Com o lançamento do “Ser Família Habitação”, surgiram questionamentos sobre sua estrutura, critérios de seleção e metas de execução.

“A população precisa dessas informações para acompanhar as ações do governo e garantir que as políticas públicas atendam às necessidades reais de quem mais precisa”, concluiu Barranco. “Esperamos que o Governo do Estado responda aos questionamentos e contribua para um debate mais transparente sobre o direito à moradia”.

Fonte: ALMT – MT

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Beny propõe ‘limites’ do STF e análise individual de condenações do 8 de Janeiro

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O candidato ao Senado por Mato Grosso pelo AGIR 36, Beny Godoy, pretende levar para o Congresso Nacional uma agenda voltada à relação entre os Poderes da República, com foco nas prerrogativas do Senado diante do Supremo Tribunal Federal (STF) e na situação de brasileiros processados ou condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

Entre as propostas apresentadas pelo candidato está a defesa de que o Senado exerça de forma efetiva suas atribuições constitucionais, inclusive a possibilidade de analisar pedidos de impeachment de ministros do STF quando houver fundamentação jurídica para isso.

A pauta ganhou espaço no debate eleitoral de 2026, especialmente entre candidatos alinhados à direita. Beny afirma que pretende participar dessa discussão a partir de uma perspectiva de equilíbrio entre os Poderes e respeito às competências estabelecidas pela Constituição.

Outro ponto defendido pelo candidato é a análise individual dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro. Segundo Beny, a avaliação deve considerar a participação de cada pessoa nos acontecimentos, além de observar princípios como devido processo legal, ampla defesa e proporcionalidade das penas.

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A proposta, segundo o candidato, não representa uma tentativa de minimizar a depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília. A defesa apresentada por ele é de que as responsabilidades sejam diferenciadas de acordo com a conduta atribuída a cada investigado ou condenado.

O tema também envolve a possibilidade de mudanças legislativas nas punições aplicadas aos envolvidos. Eventuais medidas de anistia ou revisão de penas dependem de discussão no Congresso Nacional, dentro das competências atribuídas ao Legislativo.

Beny afirma que pretende levar essa discussão ao Senado caso seja eleito para uma das duas vagas destinadas a Mato Grosso na próxima legislatura. A proposta é ampliar a participação do Legislativo nos debates institucionais e defender que cada Poder atue dentro das atribuições previstas na Constituição.

Na avaliação do candidato, o Senado deve ter uma postura mais ativa em questões que envolvam o equilíbrio entre Legislativo e Judiciário. Ele também defende que eventuais processos contra ministros do STF sejam analisados com base em critérios jurídicos e dentro dos procedimentos previstos na legislação.

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A pauta posiciona Beny entre os candidatos ao Senado que defendem uma atuação mais independente do Congresso em relação ao Supremo. O discurso busca dialogar principalmente com eleitores que defendem maior controle institucional sobre as decisões da Corte e uma revisão dos casos relacionados ao 8 de janeiro.

O STF é formado por 11 ministros e ocupa a posição de cúpula do Poder Judiciário brasileiro. Por isso, propostas que discutem mecanismos de controle sobre a Corte e a relação entre os Poderes estão entre os temas institucionais de maior repercussão no debate eleitoral de 2026.

Para Beny, o princípio deve valer para todos os Poderes: Executivo e Legislativo precisam respeitar as decisões judiciais, enquanto o Judiciário deve atuar dentro das competências definidas pela Constituição. A defesa desse equilíbrio é apresentada pelo candidato como uma das principais bandeiras de sua candidatura ao Senado.

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