Mato Grosso

Polícia Militar apreende mais de 2,8 toneladas de drogas em 2025

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A Polícia Militar de Mato Grosso já apreendeu mais de 2,8 toneladas de drogas, nos primeiros dias de 2025, em todo o Estado. As ações fazem parte da Operação Tolerância Zero que tem retirado de circulação grande quantidade de entorpecentes e descapitalizado ações de facções criminosas em Mato Grosso.

O total das apreensões de entorpecentes efetuados pela PM, até esta sexta-feira (17.1), já são superiores em 117% a quantidade de drogas apreendidas em todo o janeiro de 2024, quando foram apreendidas mais de 1,3 tonelada.

Logo na primeira semana do ano, a Polícia Militar apreendeu 1,1 tonelada de maconha dentro de um caminhão carregado com fertilizantes, no município de Itiquira. Na ação, o motorista do veículo tentou fugir de uma abordagem do Batalhão Fazendário e foi preso em flagrante com todo o entorpecente apreendido.

Nesta quarta-feira (15), uma ação integrada do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e da Polícia Federal resultou na localização e apreensão de 420 quilos de cocaína, na Serra da Petrovina. As drogas estavam em um caminhão frigorífico. Um homem foi preso. A apreensão causou prejuízo de R$ 10 milhões ao crime.

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A grande apreensão mais recente aconteceu na tarde desta quinta-feira (17). Em Pontes e Lacerda, militares da PM e do Gefron apreenderam uma caminhonete carregada com 1 tonelada de cocaína. Dois homens foram presos em flagrante descarregando as drogas em uma residência. O prejuízo à facção criminosa foi de mais de R$ 30 milhões.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, ressaltou que as apreensões recordes são resultados dos investimentos recebidos pelo Governo do Estado e dedicação da tropa na Operação Tolerância Zero.

“Esse resultado é fruto do empenho e dedicação dos nossos policiais militares, focados na missão do governador Mauro Mendes, que é dar tolerância zero ao crime. Isso só é possível devido as todas as condições que nosso governador e secretário de Segurança tem dado à Polícia Militar, que têm se mantido firme e mais forte para a pronta resposta no combate a todo tipo de crime em todo o Estado”, avaliou o coronel Fernando.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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