NA NUUN GARDEN

Agressor de psicólogo afirmou ter agido em legítima defesa

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Na madrugada do último domingo (12), a casa noturna Nuun Garden, em Cuiabá, foi palco de uma grave agressão envolvendo o psicólogo Douglas Amorim, de 37 anos. O incidente gerou sérias acusações de homofobia e negligência, com o psicólogo desmaiando após ser agredido e bater contra uma prateleira de mármore.

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Na madrugada de domingo (12), a Nuun Garden, uma casa noturna de Cuiabá, foi cenário de uma agressão que gerou acusações graves de homofobia e omissão por parte do estabelecimento. Douglas Amorim, psicólogo de 37 anos, desmaiou no banheiro da casa após ser violentamente agredido e bater contra uma prateleira de mármore.

O suposto agressor, identificado como Y.M.S.M., de 28 anos, afirmou ter agido em legítima defesa. De acordo com uma nota publicada por uma pessoa que se identificou como amigo de Y.M., o psicólogo teria assediado o suspeito, que reagiu defensivamente. Além disso, a nota alegou que Douglas estaria sob efeito de substâncias nocivas no momento da agressão.

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Por outro lado, Douglas Amorim acusa Y.M. de homofobia, alegando que a agressão foi motivada por preconceito. Em seu Instagram, o psicólogo também criticou a postura da Nuun Garden, acusando o estabelecimento de omitir informações e facilitar a fuga do agressor. Segundo Douglas, a casa noturna se recusou a fornecer as imagens das câmeras de segurança e a identidade do suspeito, além de não ter prestado o atendimento adequado após o incidente.

A Nuun Garden, por sua vez, se pronunciou publicamente, lamentando o ocorrido e afirmando que está colaborando com as autoridades. O estabelecimento garantiu que está tomando as medidas necessárias para apurar os fatos e prestar o apoio devido.

O caso segue sob investigação pela polícia, e as acusações ainda serão analisadas para esclarecer as circunstâncias da agressão.

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Polícia

“Só vi depois”: nora recebe oração da sogra e confessa assassinato horas depois

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A mulher suspeita de matar a própria sogra em Confresa, a 1.057 quilômetros de Cuiabá, confessou o crime e afirmou que tomou a decisão com o objetivo de provocar sofrimento no marido e tentar manter o casamento.

Alessandra do Nascimento Gonçalves prestou depoimento durante a audiência de custódia realizada no domingo (23). A vítima, Maria Aparecida da Silva, tinha 53 anos, era ex-servidora pública e foi encontrada morta dentro da própria residência no sábado (22).

Segundo a decisão judicial, Alessandra relatou que recebeu uma oração enviada pela sogra por meio de um aplicativo de mensagens pouco antes do assassinato. Ela afirmou, porém, que só visualizou a mensagem depois de já ter cometido o crime.

O marido de Alessandra relatou às autoridades que mantinha uma boa relação com a esposa e que sua mãe também era próxima da nora, tratando-a como filha.

Na decisão, o juiz Nelson Luiz Pereira Júnior destacou a gravidade da suspeita de que a vítima teria sido utilizada como instrumento de manipulação emocional contra o próprio filho.

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A Polícia Civil foi acionada após vizinhos ouvirem pedidos de socorro vindos da residência de Maria Aparecida. Como o portão estava fechado e ninguém respondia aos chamados, os policiais precisaram entrar no imóvel pelo muro.

Alessandra posteriormente abriu o portão e informou que havia ocorrido uma tragédia envolvendo a sogra. Dentro da casa, Maria Aparecida foi encontrada morta, caída no chão e com grande quantidade de sangue ao redor.

Conforme informações policiais, a vítima apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente e tinha um fio de extensão elétrica enrolado no pescoço. Um pedaço de madeira com marcas de sangue também foi localizado e apreendido.

Após ser presa, Alessandra confessou o assassinato ao delegado Daniel Moura. Segundo o depoimento, ela afirmou que havia surtado e enfrentava problemas familiares.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do homicídio e as circunstâncias que antecederam o crime.

Maria Aparecida era conhecida no município por ter trabalhado como servidora pública. Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e decretou luto oficial de três dias.

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