Mato Grosso

Ação do Juizado Ambiental de Rondonópolis recolhe 21 toneladas de resíduos no Ribeirão Arareau

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O Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Rondonópolis realizou na manhã de sábado o 9º Mutirão de Limpeza do Ribeirão Arareau, em comemoração ao Dia Mundial da Limpeza.
 
A iniciativa de preservação dos rios e conscientização sobre a importância da sustentabilidade ambiental mobilizou cerca de 1800 voluntários e recolheu mais de 21 toneladas de resíduos das margens do ribeirão.
 
O mutirão foi dividido em 18 trechos de limpeza, um ponto de concentração e um ponto de recolhimento no Pit Stop, percorrendo um total de mais de sete quilômetros de extensão.
 
Para a juíza da Terceira Vara Cível da Comarca de Rondonópolis, Milene Beltramini, as ações que integram o projeto ‘O Rio é Nosso’ têm como principal objetivo revitalizar o Ribeirão.
 
“Todo ano é realizado um evento voltado para conscientização ambiental. Espero que isso se multiplique e que essa conscientização, ao nos depararmos com o que é irregularmente descartado nas ruas e que acaba indo parar nos rios, seja sempre fortalecida no munícipo, para que ele faça o descarte de forma adequada e correto”, explica a magistrada.
  
“O projeto abrange a limpeza do rio, mas vai além disso. Inclui a conscientização da comunidade e a recuperação das nossas nascentes”, comentou o promotor.
 
Parceria – A ação é fruto da parceria com a Ong Cantinho de Proteção Animal e também conta com o apoio do Ministério Público, Prefeitura Municipal de Rondonópolis e secretarias (Semed, Meio Ambiente, Secretaria de Saúde, Coder, Sanear e Setrat), Polícia Militar Ambiental, Sema Estadual e 40 instituições e empresas do setor público e privado.
 
Pit Stop – Paralelo à limpeza, o mutirão realizou um “pit stop” educativo pelos cooperados da Cooperativa Nova Esperança e Coopercicla, para conscientização sobre a importância do descarte correto dos resíduos e distribuição de cartilhas sobre a prevenção às queimadas.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: voluntário tira selfie às margens do Ribeirão Arareau. Ao fundo embarcação recolhe resíduos retirados do rio pela ação.
Terceira imagem: voluntários do mutirão posam para câmera com diversos sacos de lixo, estrutura de uma cama e outros materiais recolhidos da margem do Ribeirão Arareau.
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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