Agronegócio

Pensar Agro entrevista o presidente da Andav para falar sobre insumos agrícolas

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O programa Pensar Agro desta semana entrevistou presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), Paulo Tiburcio. Recebido pelo apresentador e presidente do Instituto do Agronegócio Isan Rezende, Tiburcio falou sobre a questão da distribuição de insumos agrícolas e veterinários no território brasileiro.

A entrevista tratou  dos desafios e avanços que a indústria enfrenta no processo de distribuição desses insumos essenciais para o setor agropecuário. A Andav, entidade reconhecida pela representação do segmento de distribuição, tem papel fundamental na promoção de discussões que visam aprimorar o cenário do agronegócio no Brasil.

Tiburcio compartilhou insights sobre as complexidades logísticas envolvidas na distribuição de insumos agrícolas e veterinários em um país de dimensões continentais como o Brasil.

Durante a entrevista, o Presidente Executivo da Andav destacou o papel da associação na busca por inovações tecnológicas que possam aprimorar a eficiência da cadeia de distribuição. Além disso, ele ressaltou a relevância da capacitação dos profissionais envolvidos na distribuição, garantindo um atendimento qualificado aos agricultores e pecuaristas.

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“Nós trabalhamos levando informações para o distribuidor e o distribuidor se encarrega de levar ao agricultor. Esse é o trabalho chamado de ‘fora da Porteira’ levando, além dos insumos, educação, treinamento e todo o suporte jurídico. Ou seja, a gente engloba várias áreas de atuação que ajudam o distribuidor na melhor gestão possível do seu negócio para que busque evolução no seu resultado”, explicou.

Veja a entrevista na íntegra:

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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