Polícia

Força-tarefa apura denúncias de exercício ilegal da profissão e venda de medicamentos contrabandeados em drogarias

Publicado em

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor,Procon Municipal e a Vigilância Sanitária de Cuiabá montaram uma força-tarefa para apurar denúncias de que drogarias funcionariam sem um farmacêutico responsável, comercializando medicamentos falsificados ou importados de forma ilegal.

Em um dos alvos fiscalizados nesta semana, os policiais civis e fiscais descobriram, nos fundos de um pet shop, uma passagem secreta iluminada e sem portas que dá acesso ao interior de uma farmácia que fica no imóvel ao lado. Segundo a denúncia, o proprietário do pet shop também seria o dono da farmácia, que permanece sempre fechada, porém, quando algum cliente procura o suspeito, ele acessa a farmácia pela passagem secreta e vende o medicamento desejado pelo consumidor.

Durante a operação conjunta, os policiais civis e ficais municipais fiscalizaram outra farmácia, suspeita de comercializar medicamentos falsificados. Segundo a denúncia do laboratório farmacêutico responsável por dois medicamentos que estão com suspeita de falsificação ou de terem sido importados ilegalmente, os produtos tiveram os registros cancelados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão proibidos de serem importados e comercializados no Brasil.

Leia Também:  Polícia Civil apreende armas em sítio de homem investigado por maus tratos a animal

No local da denúncia, não foram encontradas caixas dos medicamentos com suspeita de falsificação ou de contrabando. Contudo, a equipe apreendeu uma nota fiscal onde está discriminada a venda de 30 caixas dos dois medicamentos para um órgão público, pelo valor de R$ 89.700,00. A aquisição dos medicamentos foi determinada após decisão judicial para atender a uma paciente da cidade de Lucas do Rio Verde.

As investigações continuam e a Polícia Civil quer apreender amostra dos medicamentos para perícia. Também foi encaminhado ofício aos órgãos públicos que adquiriram os medicamentos para esclarecer as circunstâncias da compra e o destino dado aos produtos.

Se for comprovada a comercialização dolosa de medicamentos falsificados ou sem registro na Anvisa, os envolvidos responderão por crime contra a saúde pública, com pena de prisão de até 15 anos e multa.

Fonte: PJC MT

Advertisement

Polícia

Polícia prende idoso condenado a 10 anos e seis meses por estupro de vulnerável

Published

on

Um homem de 86 anos foi preso pela Polícia Civil neste domingo, 23 de agosto, em Rondolândia, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, para cumprir uma condenação definitiva de 10 anos e seis meses de prisão por estupro de vulnerável.

O mandado de prisão foi cumprido por investigadores da Delegacia de Rondolândia após informações repassadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

Com os dados sobre a identidade do procurado, os policiais iniciaram diligências para descobrir onde ele estava morando. O homem foi localizado em uma residência na região central da cidade.

Após a confirmação da identidade e da ordem judicial, o idoso foi conduzido à delegacia para os procedimentos previstos.

Pena deverá ser cumprida em regime fechado

Segundo a decisão judicial, a prisão ocorreu em razão de uma condenação definitiva pelo crime de estupro de vulnerável. O mandado foi expedido pela Primeira Vara Criminal e Cível da Comarca de Comodoro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Leia Também:  Quadrilha é presa pela PM com diversos produtos furtados em Cuiabá

A ordem determina que a pena de 10 anos e seis meses seja cumprida inicialmente em regime fechado.

Após ser apresentado à autoridade policial, o homem permaneceu à disposição da Justiça para o cumprimento da decisão.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA